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Brasil

São Paulo reduz para 30 dias intervalo para 2ª dose de Pfizer e AstraZeneca na 'xepa'

Quem recebeu a primeira aplicação dos imunizantes há um mês já pode se inscrever em qualquer unidade de saúde

vacinas
Enfermeira pega dose de imunizante em frasco da vacina Pfizer/BioNTech durante vacinação contra Covid 19 para portadores de comorbidade acima de 30 anos

A prefeitura de São Paulo anunciou a redução do intervalo mínimo entre a primeira e a segunda dose das vacinas contra a covid-19 da Pfizer e da AstraZeneca para os interessados em se inscreverem na chamada “xepa” da vacinação na capital paulista.

Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a partir de agora quem recebeu a primeira dose desses imunizantes há 30 dias já pode se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para se inscrever na “xepa”. Nesse caso, a imunização será feita com as doses remanescentes ao final do dia, para evitar desperdício de vacinas.

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Leia mais: “Variante Delta preocupa, mas está ‘sob controle’ em São Paulo, diz prefeito”

Até então, a prefeitura estipulava um prazo mínimo de 60 dias de intervalo entre as doses. Atualmente, tanto a vacina da Pfizer quanto a da AstraZeneca vêm sendo aplicadas no Brasil com um intervalo de 12 semanas (três meses) entre as duas aplicações.

Leia mais: “Doria cobra envio de vacinas da Pfizer para reduzir intervalo entre doses”

Segundo o prefeito da capital, a diminuição do intervalo mínimo na “xepa” tem como objetivo, além de evitar que doses sejam desperdiçadas, imunizar mais rapidamente a população paulistana com as duas doses das vacinas.

Leia também: “Prefeitura de São Paulo anuncia ter vacinado 100% dos adultos com 1ª dose”

1 comentário
  1. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    O Calcinha agora assessorado pelo Calção lado Rio, antecipou em 30 dias só para faltar vacinas da Pfizer e por a culpa no MS. Ninguém percebeu. Kkkkk. O PNI é claro. O Calcinha roubou 1,2 milhões de vacinas do Butantan só para o Estado de SÃO PAULO ser o primeiro em vacinação. Por isso o Calcinha mata mais de 27% dos brasileiros tendo apenas 22% da população em SP com relação ao Brasil. Governador genocida.

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