O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), será o relatar dos recursos apresentados pelo PT e pelo PL contra a absolvição do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) e também da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que pede a cassação do senador Jorge Seif (PL-SC).
Marques é próximo do presidente da TSE, ministro Alexandre de Moraes, e foi indicado ao cargo em maio de 2023 pelo presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, ocupando uma das duas vagas reservadas na Corte para representantes da classe dos juristas.
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Relembre a absolvição de Moro
O ex-juiz Sergio Moro foi absolvido em 9 de abril no TRE-PR em duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) que pediam a cassação de seu mandato por suposto abuso do poder econômico.
Após a decisão, o senador afirmou que “o julgamento foi técnico e impecável”, representando “um farol para a independência da magistratura frente ao poder político”.
Leia também: “O que Moro alega ao TSE para não ter cassado o mandato de senador?”
O PT divulgou uma nota respeitando a decisão da Justiça Eleitoral no Paraná, mas discordando do resultado da votação, enquanto os advogados do PL afirmaram que os votos divergentes e convergentes no TRE-PR cederam argumentos para o recurso ao TSE.
Entenda o caso Seif
A ação contra o senador catarinense Jorge Seif foi movida pela coligação formada pelos partidos Patriota, PSD e União Brasil.
As legendas alegam abuso de poder econômico nas eleições de 2022. O TSE decidiu ampliar as investigações da Aije contra Seif e adiou o julgamento sobre a possível cassação do parlamentar conservador.





































Nós não podemos esquecer que o Brasil chegou nesse estado de direito graças ao Sr. Rodrigo Pacheco!
Aí é julgamento político, que foi o que virou as altas instâncias do judiciário em Brasília.
Se condenar, é para eliminar um concorrente político, se absolver, é porque eles julgarão que o tiro vai sair pela culatra, já que nas novas eleições pode vim um mais a direita ainda…
Tá ferrado.