publicidade
Brasil

Regulamento da Polícia Militar proíbe que agentes atuem como segurança particular

A instituição afastou quatro soldados que trabalhavam para o empresário assassinado no Aeroporto de Guarulhos, na última sexta-feira, 8

Polícia Militar (PM)
Agente da Polícia Militar de São Paulo ao lado de uma viatura da corporação | Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa

O regulamento interno da Polícia Militar (PM) de São Paulo proíbe que seus agentes exerçam trabalhos informais, como segurança particular, para complementar renda.

+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste

Receba nossas atualizações

A corporação afastou quatro policias militares depois de tomar conhecimento que o grupo compunha a escolta do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, assassinado na última sexta-feira, 8, no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

De acordo com o regimento da PM, as demandas externas (conhecidas como bicos) são infrações ao regulamento disciplinar da instituição. Agentes que exercem atividades informais sofrem punições administrativas.

“As punições são aplicadas conforme a gravidade da infração e o histórico de transgressões do autor”, afirmou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). “Podendo variar de advertência até a exclusão das fileiras da Polícia Militar.”

O boletim de ocorrência registrado na Delegacia do Turismo informou que os agentes militares que compunham a escolta do empresário eram:

  • Leando Ortiz (39 anos);
  • Jefferson Silva Marques de Souza (29 anos);
  • Romarks Cesar Ferreira de Lima (35 anos); e
  • Adolfo Oliveira Chagas (34 anos).

A SSP afirmou, neste domingo, 10, que os policiais depuseram em dois inquéritos — da Polícia Civil e Militar. Os agentes tiveram os celulares apreendidos e estão afastados da rotina operacional.

Antônio Vinicius Lopes Gritzbach foi executado no Aeroporto de Guarulhos nesta sexta-feira, 8 | Foto: Reprodução/Twitter/X
Antônio Vinicius Lopes Gritzbach foi executado no Aeroporto de Guarulhos. O crime ocorreu na última sexta-feira, 8 | Foto: Reprodução/Twitter/X

PCC jurou morte de empresário escoltado por agentes da Polícia Militar

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) jurou a morte do empresário assassinado no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Gritzbach havia fechado um acordo de delação premiada com o Ministério Público, e os agentes da Polícia Militar informalmente faziam a segurança dele.

Nesse contexto, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado ofereceu proteção ao empresário e seus familiares. O objetivo era incluí-los ao Programa Estadual de Proteção a Vítimas e Testemunhas, que a vítima supostamente teria recusado.

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade