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Reconhecimento facial em estádios de SP já prendeu quase 300 foragidos

Em 100 jogos monitorados pelo programa Muralha Paulista, tecnologia identificou e levou à prisão pessoas com mandados em aberto

Policial monitorando os municícios paulistas a partir de câmeras espalhadas no Estado de São Paulo, programa Muralha Paulista de reconhecimento facial
As câmeras de biometria facial possuem base extensa de dados judiciais para cruzar imagens em tempo real nas entradas de eventos esportivos | Foto: Reprodução/Agência SP

O programa de reconhecimento facial Muralha Paulista, do governo do Estado de São Paulo, já auxiliou na prisão de 270 foragidos da Justiça em estádios. Os dados são das autoridades paulistas. As câmeras com essa tecnologia já monitoraram cem partidas de futebol.

O centésimo jogo ocorreu no último domingo, 1º, na Arena Crefisa, em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. Três homens foram presos durante a disputa da semifinal do Campeonato Paulista entre Palmeiras e São Paulo, com vitória palmeirense por 2 a 1.

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A Polícia Militar deteve os três criminosos, de 31, 32 e 46 anos, depois de serem reconhecidos nas catracas do estádio. Todos tinham mandados de prisão em aberto. Os agentes abordaram o trio assim que o sistema disparou o alerta para as equipes de segurança.

policial militar prendendo homem identificado pelas câmeras de reconhecimento facial do programa Muralha Paulista, em estádio Arena Morumbi, durante o jogo de futebol
Prisão realizada na Arena Morumbi | Foto: Reprodução/Agência SP

As câmeras de biometria facial possuem base extensa de dados judiciais para cruzar imagens em tempo real nas entradas de eventos esportivos.

Reconhecimento facial em arenas esportivas

O programa Muralha Paulista reúne uma rede de cerca de 100 mil câmeras interligadas, entre equipamentos de reconhecimento facial, leitores de placas de veículos roubados e equipamentos de vigilância em tempo real. Além de criminosos, as câmeras reconhecem rostos de pessoas desaparecidas.

Leia mais: “Governo Lula bloqueia 60 mil usuários de sistema de vigilância”

A parceria com arenas esportivas faz com que as imagens sejam captadas nas catracas ou acessos aos estádios partem do Banco Nacional de Mandados de Prisão, automaticamente. Isso permite identificar procurados da Justiça assim que tentam entrar em eventos públicos.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o uso da tecnologia não se limita apenas à detenção de foragidos. A corporação destaca que as câmeras são também ferramenta preventiva de crimes e apoio à fiscalização em grandes eventos esportivos.

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Nos últimos anos, o programa Muralha Paulista também destacou-se em outras ocasiões, como o Carnaval da cidade de São Paulo. No evento, o sistema de reconhecimento facial integrado ao centro de monitoramento auxiliou na prisão de procurados pela Justiça em meio à multidão de foliões.

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3 comentários
  1. IVAN SEVERO DA SILVA
    IVAN SEVERO DA SILVA

    O esquerdopata é estuprado porém segue a ideologia .

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