O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou pela primeira vez que o intervalo entre as duas doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech pode ser reduzido dos atuais três meses para apenas 21 dias.
Trata-se do prazo estipulado na bula do imunizante, mas o Ministério da Saúde decidiu ampliá-lo para 12 semanas para vacinar um maior número de pessoas com a primeira dose.
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“Naquele momento, não tínhamos certeza da quantidade de doses de Pfizer que teríamos neste ano e optamos por ampliar o número de vacinados com a primeira dose. Mas agora temos segurança nas entregas e dependemos apenas da finalização do estudo sobre a logística de distribuição interna dos imunizantes para bater o martelo sobre a redução do intervalo da Pfizer para 21 dias”, afirmou Queiroga à Folha de S.Paulo.
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Segundo o ministro, a decisão final será tomada pela equipe técnica e de coordenação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do governo federal. “As coisas estão evoluindo nesse sentido [de redução do intervalo]. Em breve, teremos a definição”, diz.
Em relação à vacina da Oxford/AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o intervalo de 12 semanas entre as duas doses deve ser mantido.
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