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Brasil

Preço das passagens aéreas cai quase 15% em agosto

Outros produtos também registraram queda no período, como frutas, verduras e combustíveis

passagens aéreas
Foto: Divulgação/redes sociais

O preço das passagens aéreas no Brasil caiu 12% em agosto em relação ao mês anterior, segundo divulgado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice inflacionário medido pelo IBGE.

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O valor das passagens de avião foi o terceiro subitem com maior queda dentre os mais de 300 analisados no IPCA.

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Além das passagens, outros produtos registraram queda no período, como frutas, verduras e combustíveis. O preço do morango, por exemplo, caiu 23,2%; o do pepino, 12%; e o da gasolina, 11,6%.

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Com a variação de agosto, a passagem aérea passa a acumular uma baixa de 1,5% desde o início do ano. No ano passado, contudo, o valor das passagens aéreas teve aumento de quase 60%.

Lugares em que as passagens aéreas ficaram mais baratas

O preço das passagens caiu em todas as capitais pesquisadas pelo IBGE, com exceção de Rio Branco, no Acre, onde os preços ficaram estáveis. A capital em que os preços mais recuaram foi Belém, no Pará, com queda de quase 20%. Salvador registrou queda de 17,8%, e Belo Horizonte 17%.

Inflação em baixa, PIB em alta

Pela 11ª semana seguida, o Banco Central (BC) revisou o Relatório Focus, com previsões reduzindo a estimativa da inflação e aumentando a projeção para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) — número que mensura o desempenho das atividades econômicas. A instituição produz o documento semanalmente a partir de dados coletados no mercado financeiro. A publicação mais recente ocorreu na segunda-feira 12.

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A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor de 2022 caiu de 6,61% para 6,4%. Já a projeção para o crescimento do PIB subiu de 2,26% para 2,39%. Desse modo, o relatório do BC apresenta previsões econômicas com queda de 0,21 ponto porcentual para a inflação e alta de 0,13 ponto porcentual para o crescimento, em relação à semana anterior.

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Além disso, há 11 semanas, o mercado estimava que o PIB cresceria 1,51% e o IPCA 7,96%. Ou seja: nesse intervalo, a previsão para o aumento do IPCA reduziu 1,56 ponto porcentual, e para o desempenho econômico aumentou 0,88 ponto porcentual.

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