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Brasil

Político do partido Novo é assassinado em Duque de Caxias (RJ)

Corpo de Cleiton Matheus Sabino, que estava desaparecido desde o dia 10 de março, foi achado esquartejado em comunidade carente da cidade

À esquerda, Cleiton Matheus Sabino, morto no Rio de Janeiro; à direita, o deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS); políticos do Partido Novo
À esquerda, Cleiton Matheus Sabino, morto no Rio de Janeiro; à direita, o deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS); políticos do Partido Novo | Foto: Reprodução/Facebook

O ativista, empreendedor e político Cleiton Matheus Sabino, do partido Novo, foi assassinado em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A sigla confirmou a morte do homem, de 30 anos, em nota oficial, divulgada nesta segunda-feira, 24. Ele estava desaparecido desde o dia 10 de março.

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Conhecido como Cleitinho da Saúde, ele destacou-se por denunciar corrupção e ilegalidades na cidade fluminense. O político foi candidato a vereador de Duque de Caxias (RJ) nas eleições municipais de 2024, mas não conseguiu se eleger.

A suspeita é que seu assassinato tenha ocorrido no mesmo dia de seu sumiço e tenha relação com sua atividade política. A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) investiga o caso.

“Sua luta por um Brasil melhor vai seguir nos inspirando”, escreveu o Novo. “Exigimos uma investigação rigorosa das autoridades. Esse crime não pode ficar impune.”

O crime e reações de figuras do Novo

Girão
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) lamentou a morte do colega de partido | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Na nota, o Novo informou que o corpo de Cleiton foi encontrado esquartejado em uma comunidade carente, mas ainda não foi resgatado oficialmente pela polícia local. O partido expressou preocupação com o crime e afirmou que vai mobilizar-se em nível federal para promover mudanças e evitar que casos semelhantes ocorram novamente.

Leia mais: “A glamourização do crime”, reportagem de Rachel Díaz publicada na Edição 258 da Revista Oeste

“Nossa bancada vai intensificar a pressão pelo avanço das seguintes propostas: redução da maioridade penal, travada no Senado pela esquerda; restrição de benefícios para criminosos, como liberdade provisória e progressão de pena; maior controle sobre audiência de custódia, impedindo a libertação de criminosos reincidentes; e isolamento de lideranças do crime organizado, para enfraquecer as facções”, escreveu o Novo.

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) comentou a tragédia. Ele expressou seus sentimentos aos familiares e aos amigos de Cleiton.

Leia também: “Em defesa do crime”, reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 256 da Revista Oeste

Girão comprometeu-se a acionar oficialmente as autoridades estaduais para que investiguem o caso. Destacou, ainda, a importância de que haja justiça e afirmou que as causas pelas quais Cleiton lutava não podem cair no esquecimento.

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1 comentário
  1. Antonio C. Lameira
    Antonio C. Lameira

    A Direita deveria fazer curso com a esquerda p aprender a chorar seus Mortos, até hj o assassinato da Marielle está em fogo brando nos noticiários.

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