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Polícia prende sétimo suspeito de envolvimento na morte do ex-delegado

Homem é apontado como dono do imóvel usado pela quadrilha antes e depois do crime no litoral paulista

Polícia Civil de São Paulo já prendeu sete suspeitos pela execução de ex-delegado; dois foragidos | Foto: Divulgação/PCSP
A 3ª Delegacia de Investigações Gerais conduziu as apurações | Foto: Divulgação/PCSP

A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta sexta-feira, 17, o sétimo suspeito de envolvimento no assassinato do ex-delegado-geral do Estado, Ruy Ferraz Fontes. O crime ocorreu em setembro, no município de Praia Grande, no litoral paulista.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o homem, de 36 anos, seria o proprietário do imóvel em Mongaguá que o grupo criminoso usou como ponto de apoio antes e depois da execução. Em nota, a pasta informou principalmente que o suspeito “possui antecedentes por integrar organização criminosa, receptação, roubo e crimes contra o meio ambiente”. 

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Polícia detém suspeito na capital paulista

Agentes detiveram o homem no bairro Jardim Gaivotas, na zona sul da capital paulista. Depois da prisão, policiais o levaram à sede do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). No local, ele prestou depoimento. Agora, a Justiça deve encaminhá-lo à audiência de custódia. 

Segundo a SSP, a Polícia já prendeu sete suspeitos. Dois permanecem em fuga. A execução do ex-delegado, em 15 de setembro, se deu quando Ruy Ferraz Fontes dirigia próximo à prefeitura e ao fórum de Praia Grande. Imagens de câmeras de segurança mostram o carro do ex-delegado em alta velocidade, sob a perseguição de outro veículo até capotar entre dois ônibus. Em seguida, três homens armados com fuzis desceram e assim dispararam várias vezes contra o carro da vítima.

Leia também: “Na contramão da segurança”, reportagem de Fábio Bouéri publicada na Edição 287 da Revista Oeste

Com mais de 40 anos de carreira na Polícia Civil, Ferraz atuou sobretudo na Divisão de Homicídios do DHPP e chegou a chefiar a Delegacia-Geral de Polícia do Estado de São Paulo. Durante sua trajetória, foi responsável pela prisão de diversas lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos anos 2000. Antes de morrer, o ex-delegado exercia o cargo de secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande.

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