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Brasil

Polícia investiga causas do naufrágio com 11 mortes no Pará

Empresa dona na embarcação já havia sido notificada por irregularidades no transporte de passageiros

naufrágio
Equipes trabalham no resgates | Foto: Divulgação/Prefeitura de Belém

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as causas do naufrágio da embarcação Dona Lourdes II, nas proximidades da Praia da Saudade, na Ilha de Cotijuba, distrito de Belém, no Pará. As informações iniciais são de que a empresa fazia o trajeto entre o município de Marajó e a capital de maneira irregular.

Com capacidade para 82 pessoas, a embarcação naufragou na manhã de quinta-feira 8, depois de partir de Marajó para Belém. Até agora, foram confirmadas as mortes de 11 pessoas, sendo nove mulheres, um homem e uma criança. Outras 63 pessoas foram resgatadas com vida e levadas para a capital.

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Segundo a Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon), a empresa dona da embarcação já havia sido notificada por irregularidades, já que não tinha autorização dos órgãos responsáveis para o transporte de passageiros. Numa primeira notificação, a embarcação usada pela empresa foi retirada de circulação pela Marinha.

A empresa, então, disponibilizou uma nova embarcação para fazer o trajeto, que acabou apreendida em uma operação de fiscalização da Marinha. A embarcação que naufragou foi a terceira usada pela empresa.

Além do inquérito da Polícia Civil, a Marinha do Brasil também instaurou um inquérito, cuja conclusão será encaminhada ao tribunal marítimo.

As buscas por vítimas continuam. Enquanto isso, o governo do Estado tem prestado apoio aos sobreviventes e a familiares das vítimas, providenciando alimentação e hospedagem para os sobreviventes até que sejam deslocados para suas cidades de origem. O governo também afirma que as famílias das vítimas e os sobreviventes estão tendo apoio de uma equipe de psicólogos e assistentes sociais.

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4 comentários
  1. Finlab
    Finlab

    Carta de Luladrão à Revista Oeste:

    A todof of vornaliftaf da Revifta Oefte: eu goftaria de divêr que eu nun têiu língua prêva, que iffo é túdu mintira. Goftaria também de divêr que eu fô inofênti, não robêi a Petrobráif, nem a Eletrobráif, nem o BNDEF, nem o fítio de Atibaia, nem o tripéks do Guarujá, nem o apatamêntu de Fão Benádo, nem o Inftituto Lula, nem a conta na Fuífa (na Zoropa). Iffo túdu é facanávi duf meuf amígu currúptu, eu num fabía de nada diffo. É facanávi também do Férfio Môru, aqueli fuíf fiadaputa de Curitiba, onde fiquei doif ânuf prêvo naquêli frio abfurdo abafo di féro. Agora que o Effeteéfi (STF) mi foltô, eu fou inofênti e nun dêvo maif nada, péffo os vótuf di tôdof of leitôref da Revifta Oefte. Maf fi não quifé votá nimim, então fai tomá nukú tudumundu, feuf fafifta du caraio. Pusquê eu nuquéru fóto de niguêim, eu quero é diêro dufêif, bando de trôfa. Bêjo no coraffaum dufêif, e fai Curíntia !!!

  2. Paulo
    Paulo

    A ganância é maior que o respeito e amor a vida! No mínimo deveriam estar com coletes salva vidas!

  3. Cesar Augusto Hoff Casonatti
    Cesar Augusto Hoff Casonatti

    Ninguém liga… pobre é manada. O comércio ilegal é fechado ou suspenso pelo serviço público, e reabre no outro dia na porta ao lado. A Lei não pega os corruptos e bandidos… não há Lei em terras de bandidos, principalmente os togados!

    1. Paulo
      Paulo

      Ótimo exemplo é o Luladrão! Imaginem o exemplo que passa pelo STF às pessoas!

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