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Brasil

Polícia do Rio de Janeiro cerca comunidade do Jacarezinho

Agentes deram início a ação do governo do Estado para 'retomada do território', depois de 14 anos da criação das UPPs

comunidade do jacarezinho
jacarezinho, rio de janeiro

A comunidade do Jacarezinho, na zona norte do Rio de Janeiro, está sendo ocupada por agentes de segurança nesta quarta-feira, 19. A ação é denominada pelo governo do Estado de “retomada de território”.

Segundo a Polícia Militar, comunidades do entorno, como Manguinhos, Bandeira II e Conjunto Morar Carioca, também são ocupadas por cerca de 1,2 mil agentes.

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“Damos início a um grande processo de transformação das comunidades do Estado do Rio. As operações de hoje são apenas o começo dessa mudança, que vai muito além da segurança”, escreveu o governador, Cláudio Castro (PL), nas redes sociais.

O projeto “Cidade Integrada” tem o objetivo de fazer uma ocupação social de comunidades da cidade, em uma espécie de reformulação do programa das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), criado em 2008.

A operação na comunidade do Jacarezinho prevê patrulhamento, investigações para desestruturar organizações criminosas e intervenções sociais. Esse modelo seria aplicado em mais cinco comunidades do Rio de Janeiro.

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11 comentários
  1. João Mário
    João Mário

    Fachinada? O Fachin manda soltar todos os traficantes e fazer estados livres para FARs, pcc cv etc.
    E, os quase 500 quilos de cocaina no helicóptero dos perrela? E as maletas de 500 mil do aécio ?

  2. José Mário Araújo
    José Mário Araújo

    Bom, é sempre louvável tentar resolver problemas, contudo, não adianta oferecer as mesmas soluções para questões que se mostram resistentes.
    Muitas vezes ouvimos aquela máxima: siga o dinheiro…
    As comunidades onde o tráfico impera e/ou controla, tem como principal fator de existir a venda e tráfico de drogas, ponto.
    Dito isso, porque ainda insistimos em não criminalizar o VICIADO/USUÁRIO/DEPENDENTE químico?
    Observem que as forças policiais prendem traficantes e no dia seguinte outro já assume. Apreende cargas de drogas e logo outras chegam ao destino, pois usam diversas rotas e consideram as apreensões como risco calculado, ou seja, sempre esperam isso mesmo.
    Mas uma coisa não se substitui facilmente: um VICIADO que se trata e não mais compra drogas, isso por si só arruinaria essa empresa organizada vulgarmente chamada de facções criminosas.

  3. OSWALDO PEREIRA DE BRITO
    OSWALDO PEREIRA DE BRITO

    Seria muito bom que outras comunidades do Rio e Grande Rio fossem também, humanizadas social e culturalmente, retirando do domínio dessas facções criminosa, a tutela daquelas comunidades na maioria, constituidas de pessoas de bem.

  4. Davi AHS
    Davi AHS

    Será que esse golpe ainda cola?

    Já é a terceira ou quarta vez que esse golpe é aplicado. Em ano de eleição, é montada uma mega operação policial para “pacificar” as comunidades, “retormar” o território que, de fato, já é outro país. O Estado passa alguns meses encenando uma farsa, de comum acordo com os traficantes, para que a população pense que as coisas estão realmente mudando. Viaturas circulando, novas cabines “pacificadoras”, tráfico silencioso e “arrego” para todo mundo. Mas o dia depois das eleições é a “quarta-feira de cinzas”. É tirar a fantasia e voltar à realidade. Todo o dinheiro público gasto para ganhar votos, vira sucata e vai para algum lixão. E o velho Rio de Janeiro volta a ser o que sempre foi.

    1. Altair
      Altair

      Perfeito sua colocação, é exatamente o que ocorre! Abandono e Descaso total do trabalhador e humilde que é oprimido pelos traficantes e milicias com apoio irrestrito de politicos do PSOL, PT e PSDB + alguns figurões que usam vestido preto e cinto do harry potter no STF.

  5. Alberto Garcia
    Alberto Garcia

    Para resolver um problema, primeiro tem que ver a realidade e não mudá-la com semântica. Que tal começarmos a chama-las de favelas?

  6. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Tem gente que adora enxugar gelo. Fiquem à vontade. Esse tipo de ocupação já provou que não funciona, isso é uma questão cultural do povo daquela cidade. O cidadão de lá fica louco se não tiver uma droga num morro próximo.

  7. hamilton luiz langer
    hamilton luiz langer

    O Fachin está tendo schliques, subiu nas tamanquinhas kkkkk

    1. Edu B.
      Edu B.

      Não, porque como bem colocado pelo “Davi AHS”, num outro comentário, isso é só fachada.

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