A Polícia Civil do Rio de Janeiro negou, nesta terça-feira, 4, a informação de que Penélope, conhecida como “Japinha do CV”, foi morta durante a megaoperação nos Complexos da Penha e do Alemão, realizada na terça-feira 28. Nenhum corpo feminino foi encontrado no local, apesar das especulações que viralizaram nas redes sociais.
Veículos de imprensa divulgaram erroneamente que Penélope, também chamada de “musa do crime”, estaria entre os 121 mortos da Operação Contenção, que teve integrantes da facção Comando Vermelho como alvo. “A imagem compartilhada era do corpo de Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, natural da Bahia”, diz a nota da Polícia Civil. “Contra ele, que tinha histórico criminal na Bahia, havia dois mandados de prisão ativos.”
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No domingo 29, o portal G1 publicou a morte da “Japinha do CV”, mas retificou a matéria nesta terça-feira, às 13h30, conforme registrado pelo portal Poder360. No mesmo dia, o jornal O Globo também corrigiu informações, às 16h24.

O portal Metrópoles, por sua vez, chamou o episódio de “reviravolta” na última segunda-feira, 3, às 19h11. O canal chegou a publicar, no último dia 30, reportagem em que informava o que Penélope teria dito antes da morte. No YouTube, conteúdos ainda mantêm a versão inicial.
Já a CNN Brasil noticiou, no dia 29, que uma irmã de Japinha lamentava a morte nas redes sociais. O portal UOL, no dia 31, afirmou que fontes policiais também mencionaram Penélope entre os mortos, mas atualizou a matéria depois de a Polícia Civil negar a informação.

“Japinha do CV” é famosa nas redes sociais
Penélope é conhecida por atuar na proteção de rotas de fuga e defesa de pontos de venda de drogas no Comando Vermelho. Com forte presença nas redes sociais, ela ganhou destaque ao postar fotos armada e trajando roupas militares, o que contribuiu para sua fama como “musa do crime”.
Leia também: “Territórios sequestrados”, reportagem de Isabela Jordão e Uiliam Grizafis publicada na Edição 294 da Revista Oeste
Mas aí, o Moraes vai mandar s pf na casa dela por associação criminosa armada, discurso de ódio, spologia ao crime? O será que um batom é mais perigoso do que um fuzil?