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Polícia Civil de SP entra na mira de operação por corrupção e lavagem de dinheiro

Entre os principais alvos estão os doleiros Leonardo Meirelles e Meire Poza, já investigados anteriormente na Operação Lava Jato, apontados como operadores do esquema

Viatura da Polícia Civil de SP: trabalho de inteligência | Foto: Divulgação/Agência SP
Viatura da Polícia Civil de SP: trabalho de inteligência | Foto: Divulgação/Agência SP

Uma operação realizada nesta quinta-feira, 5, envolve o Ministério Público de São Paulo e a Polícia Federal em uma ação contra suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro nos departamentos da Polícia Civil paulista. As autoridades cumprem 25 mandados de busca e apreensão, além de 11 mandados de prisão e seis de intimação para medidas cautelares, direcionados a policiais civis, advogados e membros de uma organização criminosa.

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Entre os principais alvos estão os doleiros Leonardo Meirelles e Meire Poza, já investigados anteriormente na Operação Lava Jato, apontados como operadores do esquema. O grupo criminoso atuava em setores como o Deic, o DPPC e o 16° Distrito Policial, conforme consta na decisão judicial que autorizou a ofensiva.

Esquema sofisticado de corrupção e lavagem de dinheiro

Segundo a investigação, existe um esquema sofisticado de corrupção policial que protege uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais. O grupo contava com doleiros, operadores financeiros e pessoas com histórico extenso nesse tipo de crime, mantendo suas atividades por meio de pagamentos regulares de propinas a agentes públicos.

O Ministério Público de São Paulo relata que, para evitar punições, os envolvidos manipulavam investigações, destruíam provas e cometiam fraudes processuais dentro de inquéritos policiais. A ação é conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, com apoio da Corregedoria da Polícia Civil.

Medidas disciplinares e resposta das autoridades

Depois da reunião conjunta, ficou decidido que haverá correições extraordinárias em todas as unidades policiais investigadas, para apurar possíveis outros delitos e responsabilizar disciplinarmente os envolvidos. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública declarou que a corporação não tolera desvios de conduta e que tomará todas as providências legais e disciplinares caso sejam comprovadas irregularidades.

Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Selma Rocha
    Selma Rocha

    Nenhuma novidade, se o crime organizado está no topo do poder e seus tentáculos chegou no judiciário, pq os “Manés daqui de baixo”, não iriam querer experimentar um pedacinho deste poder. Tá td dominado, essa é a vdd, só observar o que aconteceu com o Presidente Jair Bolsonaro, mais claro impossível, se alguém ainda tinha alguma dúvida é só ler a respeito do banco Master, INSS e outras maracutaias, o sistema é phoda parceiro.

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