A Polícia Federal (PF) desmantelou um esquema de fraudes em concursos públicos nesta quinta-feira, 2. A Operação Última Fase investiga o uso de ponto eletrônico e identidade falsa para enganar fiscais e garantir aprovação indevida em seleções federais e estaduais.
Agentes da PF cumpriram 12 mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva nos Estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. A ação contou com apoio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
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Entre os certames sob suspeita estão o Concurso Público Nacional Unificado, seleções das Polícias Civis de Pernambuco e Alagoas, da Universidade Federal da Paraíba, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
Um dos métodos identificados pela PF envolve o uso de ponto eletrônico embutido no corpo do candidato. Profissionais inseriam o dispositivo por procedimento médico e o removiam depois da prova. Com ele, os fraudadores recebiam as respostas durante a aplicação.
Outro golpe mapeado foi o uso de documentos de identidade falsos. Com isso, pessoas diferentes das inscritas realizavam a prova no lugar dos candidatos verdadeiros.
Polícia Federal não descarta envolvimento de servidores
A PF informou que os envolvidos já foram eliminados dos concursos e afastados de cargos públicos que ocupavam. Eles podem responder por fraude em certame de interesse público, lavagem de dinheiro, falsificação de documento público e participação em organização criminosa.
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A investigação permanece em curso. A Polícia Federal não descarta novas prisões nem o envolvimento de servidores públicos nos esquemas.
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Perfeito e precisa combater também a falsidade de criar bolhas fora da meritocracia, como curso esclusivos para MST e outros.
Um País se faz com estudo e trabalho não com discursos.