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Brasil

PF cria força-tarefa contra crimes cibernéticos

A ação é inédita no país e tem o objetivo de trocar informações com as instituições para combater os hackers

crimes cibernéticos
Sede da Polícia Federal em Brasília | Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) vai celebrar parcerias com instituições financeiras e gigantes do e-commerce para formar uma força-tarefa. O objetivo: fortalecer o combate aos crimes cibernéticos.

A iniciativa do órgão é inédita no país. Entre as empresas que vão participar da troca de informações estão Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, XP, Mercado Livre e Zetta. A Federação Nacional dos Bancos e associações financeiras, de crédito e de varejo também participam da força-tarefa.

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O principal objetivo da iniciativa é que tanto a PF quanto os parceiros possam entender melhor o modus operandi dos criminosos virtuais, além de terem formas de se antecipar para possíveis ataques digitais.

“O crescimento de ataques virtuais — como, por exemplo, as extorsões digitais conhecidas como ransomware — sofridos por instituições públicas e empresas reforçam a necessidade de uma atuação conjunta e preventiva”, informou o órgão.

A expectativa é que este compartilhamento de informações gere um constante aperfeiçoamento das defesas digitais por parte das instituições e das empresas.

A força-tarefa ainda visa desarticular organizações criminosas que cometem crimes cibernéticos, preservar a soberania nacional de ataques contra instituições públicas brasileiras e, um dos efeitos esperados, é o fortalecimento da segurança nacional para atrair investimentos externos.

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7 comentários
  1. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    Muito boa a notícia. Em ano de eleições e com o hacker político solto, os ataques podem sim, vir de outros países… Não significa que possam ser russos…

  2. ch.
    ch.

    Ótima noticia, mas como ficam as nossas queridas urnas eletrônicas que são consideradas as mais seguras do mundo!

  3. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Vejam só… E eu que acreditava que essa PF já dominava esse assunto há muito tempo, inclusive seria uma função fundamental que se criasse essa força-tarefa logo no início, nos primórdios da era digital. Aquele exemplo do hacker que, segundo ele, perambulou pelos escaninhos digitais do supercomputador do TSE, o super do Barroso, durante meses a fio, só para ficar de butuca, não sei fazendo o que, ilustra muito bem o despreparo dessas instituições para esse tipo de crime. É isso aí.

    1. Renata Thomaz
      Renata Thomaz

      Aqui no Rio de Janeiro existe a delegacia de crimes cibernéticos. E funciona!!! Já era hora de montarem algo semelhante em âmbito nacional.

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