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Operação mira rede que sustenta barricadas do Comando Vermelho

A ação mira o núcleo financeiro e a logística usada para erguer barreiras em comunidades fluminenses.

Popular passa diante de muro pichado com as iniciais do Comando Vermelho | Foto: Alaor Filho/Estadão Conteúdo crime
Popular passa diante de muro pichado com as iniciais do Comando Vermelho | Foto: Alaor Filho/Estadão Conteúdo

A Polícia Civil desencadeou uma ofensiva que atinge o setor financeiro usado pelo Comando Vermelho para manter estruturas que bloqueiam ruas em diversas comunidades. As informações são do jornal O Globo. O avanço das apurações levou à prisão de 15 suspeitos e ao bloqueio de R$ 217 milhões em bens, valor identificado em movimentações incompatíveis com as atividades declaradas pelos investigados.

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Nesta terça-feira, 13, as equipes atuam em três Estados para cumprir 41 mandados de prisão e de busca e apreensão. O foco recai também sobre oito ferros-velhos, apontados como pontos de apoio da facção, e operadores de metais furtados, entre eles cobre. A polícia afirma que esse comércio alimenta a logística das barricadas e sustenta a vigilância armada em áreas dominadas.

Estrutura financeira do Comando Vermelho sob cerco

Análises conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) mostram que imóveis de luxo no Recreio dos Bandeirantes e veículos de alto padrão serviam como blindagem patrimonial de integrantes do grupo. O pacote de medidas inclui sequestro desses bens, interdição de estabelecimentos usados para escoar cobre furtado e afastamento de sócios ligados ao esquema.

Entre os alvos está o homem identificado como “Mentor de Barricadas”. Apresentado como empresário do setor de reciclagem, ele atuava, segundo as investigações, como articulador da engrenagem financeira da facção. Ele cuidava do fluxo de recursos, abastecia a construção das barreiras e mantinha contato direto com ferros-velhos envolvidos no esquema.

A operação conta com agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais, do Batalhão de Operações Policiais Especiais, da DRF e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada. O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que a ação busca atingir o eixo econômico do grupo e limitar sua capacidade de expansão territorial.

Leia também: “‘Sei que cresci’, diz Cláudio Castro, sobre operação policial no Rio”

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1 comentário
  1. Refletindo internamente
    Refletindo internamente

    Enquanto não tiver pena de morte no brasil não vai adiantar prender pessoas pois elas saem e se tornam mais espertas pra cometer os crimes, O problema do Brasil é enxugar gelo! A justiça so atinge pessoas que sao honestas, criminosos tem passe livre pra escapar com saídinhas e motel e comida gratis caso chegar a ficar um tempo preso.

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