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O que diz o Hospital Albert Einstein sobre o uso da creatina

Além de atletas, idosos também podem fazer a suplementação

Embora usada na suplementação em sua forma concentrada, o corpo produz a creatina naturalmente | Foto: Reprodução/Freepik
Embora usada na suplementação em sua forma concentrada, o corpo produz a creatina naturalmente | Foto: Reprodução/Freepik

A creatina tem sido a principal aliada dos frequentadores das academias, mas quais os seus reais benefícios? A substância é um conjunto de aminoácidos que ajuda a dar mais energia na hora dos treinos.

Embora usada na suplementação em sua forma concentrada, o corpo produz a creatina naturalmente. Ela é o conjunto de três aminoácidos: glicina, metionina e arginina. Ela também está presente em alimentos, como carne e peixe.

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O corpo armazena a creatina principalmente nas fibras musculares, mas uma parte menor vai para o cérebro, segundo o blog Vida Saudável, do Hospital Israelita Albert Einstein.

Creatina ajuda a desinflamar e também é boa para idosos

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O corpo armazena a creatina principalmente nas fibras musculares, mas uma parte menor vai para o cérebro | Foto: Freepik

A creatina ajuda a produzir energia para as células musculares, melhorando a força e o tônus muscular. Por isso ela costuma ser uma aliada de quem faz atividades físicas. Mas a cretina também pode trazer mais qualidade de vida para os idosos.

Entretanto, o Hospital Albert Einstein alerta para o fato de que é preciso fazer uma avaliação médica para tomar doses adequadas da suplementação da substância. Segundo o blog do hospital, o excesso de creatina pode sobrecarregar os rins.

A suplementação leva três semanas para começar a fazer efeito, mas um protocolo de saturação pode agilizar os resultados. O protocolo aumenta o estoque de creatina no organismo de forma mais rápida, podendo render resultados em aproximadamente uma semana.

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Ela ajuda a ganhar massa muscular depois de seis a oito semanas de suplementação. O resultado depende do organismo de cada pessoa e dos exercícios que ela realiza. Também é aliada no combate à sarcopenia, a perda de massa muscular. Por isso, idosos e pessoas em recuperação depois de uma internação podem se beneficiar da substância.

A creatina também ajuda a diminuir a inflamação e os danos às células em treinos intensos, e reequilibra o pH muscular. No fim das contas, ela também ajuda a criar massa magra.

Os efeitos colaterais incluem náuseas, diarreia, cãibras e desidratação. Se consumida de forma exagerada, ela sobrecarrega os rins e o fígado. A creatina não tem calorias e não engorda.

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