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Brasil

Moradores levam mais de 60 corpos a praça da Penha depois de operação no Rio de Janeiro

Corpos não constam no balanço oficial do governo, que registra 64 mortes e 81 presos na ação policial

Rio de Janeiro
Corpos são levados para praça na Penha, na zona norte do Rio de Janeiro | Foto: Reprodução/ X/Raull Santiago

Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levaram mais de 60 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, entre a noite desta terça-feira, 28, e a madrugada desta quarta-feira, 29.

Moradores e ativistas afirmam que os mortos estavam na mata da Vacaria, na Serra da Misericórdia. O local fica próximo à área de confrontos da megaoperação policial contra o Comando Vermelho.

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A contagem oficial do governo do Rio de Janeiro, até o momento, são de 64 mortes, incluindo a dos quatro policiais. Os corpos levados à praça não estão neste número, segundo informou o secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, ao portal g1. A Polícia Civil ainda fará perícia para confirmar se há relação entre as mortes e a operação.

Ainda não houve a confirmação oficial número de corpos encontrados pela população. A imprensa local fala desde 64 a 70 mortos. Caso estes sejam incluídos como parte da operação, o número total de vítimas vai ultrapassar cem.

Familiares reconhecem os corpos em praça pública

De acordo com o g1, o traslado dos corpos até a praça teve o objetivo de facilitar o reconhecimento por parentes. As vítimas foram deixadas sem camisa para exibir tatuagens, cicatrizes e marcas de nascença. Muitos apresentavam ferimentos de bala e alguns estavam com o rosto desfigurado.

Leia também: “ONU repudia operação contra o Comando Vermelho no Rio: ‘Horrorizada'”

A Polícia Civil informou que o atendimento às famílias para o reconhecimento oficial ocorre no prédio do Departamento Estadual de Trânsito, ao lado do Instituto Médico-Legal (IML) do Centro do RJ, desde as 8h. O acesso ao IML será restrito à Polícia Civil e ao Ministério Público, que realizarão os exames necessários. As demais necropsias ocorrerão no IML de Niterói.

A reportagem de Oeste entrou em contato com o governo fluminense, mas ainda não obteve retorno.

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6 comentários
  1. Christian
    Christian

    Se vocês forem ver, o CV é igual ao Hamas;
    Primeiro se armam e dominam o poder publico nas comunidades.
    depois elegem vereadores e deputados estaduais e federais.
    Tornam-se “Governo” eleito pelas comunidades pelo “Medo”.
    Tem poder de polícia e não deixa a verdadeira polícia entrar na comunidade.
    Eliminam os que estão contra.
    O pior, é quando pensarem invadir outros países…

  2. Célio Casagrande do nascimento
    Célio Casagrande do nascimento

    Pensando bem , acho que o Rio não tem solução, pronto falei

    1. Paulo Sérgio Gusson
      Paulo Sérgio Gusson

      Rio de Janeiro para voltar a ser a cidade maravilhosa teria que ser governada por Medici , aquele dos anos dourados, como pode dar certo tendo um Paes na prefeitura e um lula em Brasilia?.

  3. Célio Casagrande do nascimento
    Célio Casagrande do nascimento

    Rio de Janeiro, oque dizer de um estado, onde o Brizola , Cabral e outros foram governadores, que vergonha, infelizmente não tem como melhorar

  4. Paulo César da Conceição
    Paulo César da Conceição

    Quanto mais bandido morrer melhor.
    Que Deus proteja os policiais!

  5. P Panighel
    P Panighel

    A situação do Rio é extrema e exige resposta extrema.

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