A história de Ayrton Senna na Fórmula 1 foi interrompida em 1º de maio de 1994. Hoje, completam-se 30 anos do acidente que resultou em sua morte. A tragédia aconteceu em Ímola, na Itália.
+ Leia mais notícias do Brasil em Oeste
Receba nossas atualizações
Até hoje, alguns legados do ídolo brasileiro permanecem no topo da categoria. Alguns de seus recordes ainda não foram batidos.
Ayrton Senna, o rei de Mônaco

Ayrton Senna venceu seis corridas no Autódromo de Monte Carlo, em Mônaco, na França. Ele é o maior vencedor da prova. Naquela pista, o piloto brasileiro venceu cinco provas consecutivas, de 1989 a 1993. Antes disso, havia vencido em 1987.
Oito poles consecutivas
O ídolo brasileiro chegou a somar oito poles (melhor tempo nos treinos) consecutivas, em 1989. Superou o feito do austríaco Niki Lauda, que somou seis, em 1974.
Leia também: “Galvão Bueno acerta com a Record para homenagear Ayrton Senna”
Ayrton Senna também conseguiu poles consecutivas em um único GP. Em San Marino, largou à frente dos adversários em sete ocasiões seguidas. A sequência foi construída entre 1985 e 1991.
Recordes em largadas consecutivas na primeira fila
Em uma sequência de 24 corridas, Ayrton Senna largou entre o primeiro e o segundo lugar. O britânico Lewis Hamilton foi quem mais se aproximou do brasileiro. O atual piloto da Mercedes largou na primeira fila em 20 ocasiões.
Leia mais: “Veloz como o vento, livro sobre a vida de Ayrton Senna, chega ao Brasil”
Ao longo da sua carreira, Ayrton Senna pertenceu às equipes da Toleman, Lotus, McLaren e Williams. Ele conquistou três títulos: 1988, 1990 e 1991. O brasileiro conseguiu 41 vitórias no total e subiu em 80 pódios.
Leia também: “Ayrton Senna, o eterno campeão”, reportagem de Eugenio Goussinsky publicada na Edição 214 da Revista Oeste






































Interessante notar a comoção e o interesse por Senna mesmo mais de 30 anos de sua morte. Vejam que Schumacker, mesmo diante de todas suas conquistas, com número absurdo de vitórias (91) e sete títulos mundiais não consegue causar nem 10% do frisson.
Assistir a corrida do Senna, era o único compromisso dos finais de semana que ela estava na F1.