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Brasil

Marinha cria 1º Esquadrão de drones do Brasil

A frota de seis aeronaves vai atuar em missões de inteligência e fiscalização

Drones da Marinha brasileira | Divulgação
Drones da Marinha brasileira | Divulgação

A Marinha do Brasil colocou em operação, na terça-feira 5, a primeira frota de aeronaves não tripuladas (drones). A cerimônia para ativar o esquadrão aconteceu na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro.

A nova organização militar conta com seis aeronaves não tripuladas de observação ScanEagle. Os drones são fabricados pela Insitu, uma subsidiária da Boeing, e chegaram dos Estados Unidos em março.

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A criação do 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) vai proporcionar um aumento significativo na capacidade operacional dos navios da força naval durante as missões de inteligência, vigilância e reconhecimento.

Segundo a Marinha, os drones poderão ser usados em operações terrestres e marítimas, inclusive à noite, para atividades de controle de tráfego naval, prevenção de ilícitos, pirataria, terrorismo, monitoramento de desastres e operações de socorro e salvaguarda no mar.

A nova operação militar, segundo a Marinha, ficará a cargo do Comando da Força Aeronaval.

O primeiro lançamento foi feito no dia 28 de junho, em São Pedro da Aldeia. O vídeo da preparação, do pouso e do retorno à base foi compartilhado pela Marinha nas redes sociais.

Os drones da Marinha

De baixo peso — máximo de 22 quilos na decolagem —, o ScanEagle tem 3,1 metros de envergadura, 1,6 metro de comprimento e pode chegar a quase 6 mil metros. Equipado com motor a gasolina, tem autonomia de até 24 horas. ​

A aeronave decola a partir de um lançador, como uma catapulta. O drone não tem trem de pouso, portanto, pode partir de um navio, por exemplo, e retornar para a embarcação.

A aeronave alcança uma velocidade máxima de quase 150 quilômetros por hora (km/h) e de cruzeiro, de aproximadamente 110 km/h. O raio de ação é de até 100 quilômetros.

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2 comentários
  1. Alfredo Santa Rita
    Alfredo Santa Rita

    Parabéns pela excelente iniciativa.
    Quanto a concentração no Rio e a “deficiência” na Amazônia, vamos deixar para nossos Almirantes decidirem, afinal, quem mais entende de estratégia e de Marinha em qq país do mundo sai os Almirantes.

  2. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    PRA VARIAR…
    Sempre um misere de equipamentos…PRECISAMOS DE OUTRA BASE AERO-NAVAL NA FOZ DO AMAZONAS URGENTE…será dificil entender isso gente??

    CHEGA DESSA CONCENTRAÇÃO NAVAL NO RIO DE JANEIRO…

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