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Mansão de Hebe Camargo: imóvel está abandonado; veja fotos

Filho do ex-marido da apresentadora afirma que a irmã, por razões jurídicas, provocou a degradação da casa no Morumbi onde a estrela do SBT morou por 21 anos

Hebe foi morar na casa do empresário em 1979, quando eles se casaram, deixando o local após a morte dele, aos 78 anos, em julho de 2000: imóvel de 962 m² de área construída está em ruínas | Foto: SBT/Divulgação
Hebe foi morar na casa do empresário em 1979, quando eles se casaram, deixando o local após a morte dele, aos 78 anos, em julho de 2000: imóvel de 962 m² de área construída está em ruínas | Foto: SBT/Divulgação

Os herdeiros do empresário Lélio Ravagnani, ex-marido de Hebe Camargo (1929-2012), travam uma disputa na Justiça em torno principalmente da degradação da mansão em que a apresentadora morou por 21 anos no bairro do Morumbi, em São Paulo.

Hebe foi morar na casa do empresário em 1979, quando eles se casaram, deixando o local, contudo, depois da morte dele, aos 78 anos, em julho de 2000. O imóvel, que tem 962 metros quadrados de área construída e fica na rua Dom Tomás de Costa Lima (número 141), está  em ruínas.

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Suíte onde Hebe viveu por mais de 20 anos: imóvel destruído | Foto: Reprodução/Laudo pericial
Suíte onde Hebe viveu por mais de 20 anos: imóvel avaliado em R$ 8,2 milhões está destruído | Foto: Reprodução/Laudo pericial

O engenheiro Lélio Ravagnani Filho responsabiliza a irmã, a empresária Leila Ravagnani Barros, que viveu na casa por cerca de 15 anos, pelo estado de deterioração da casa. Ela foi morar no local em março de 2001.

Conforme uma ação na qual pede uma indenização por danos materiais, Lélio Filho afirma que a irmã destruiu a mansão. Diz que ela inutilizou a casa por vontade própria. “A ré [Leila] tinha a obrigação legal de manutenção, conservação e guarda do imóvel, tendo em vista seu uso exclusivo”.

Hebe morou por 21 anos no imóvel

O engenheiro disse no processo que a irmã “intencionalmente destruiu” a residência em razão de uma outra ação judicial na qual ele cobrava de Leila o pagamento de aluguéis, inclusive retroativos, referente à parte que lhe cabe no imóvel.

Segundo ele, naquela época, um procedimento técnico faria a avaliação para definir o valor da locação. “Assim, quanto menor o seu valor de locação, menor seria a sua condenação naqueles autos”.

Sala da mansão onde Hebe morava em área nobre de São Paulo: descuido e deterioração | Foto: Reprodução/Laudo pericial
Sala da mansão onde Hebe morava em área nobre de São Paulo: descuido e deterioração | Foto: Reprodução/Laudo pericial

“Irmão age de forma oportunista”, diz irmã

Leila se defendeu no processo afirmando primeiramente que o irmão age de forma “oportunista”, objetivando “um enriquecimento indevido”.

Ela disse à Justiça não ter responsabilidade alguma sobre a degradação da casa. Declarou que, no dia 12 de janeiro de 2015, uma “tempestade de grandes proporções” danificou o imóvel e devastou a região do Morumbi”.

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