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Líderes do Comando Vermelho são transferidos para presídios federais no Rio

O governador Cláudio Castro anunciou a operação em suas redes sociais

rio de janeiro comando vermelho transferência
Nenhum dos sete detentos estava entre os 113 capturados durante a Operação Contenção | Foto: Reprodução/X/Cláudio Castro

Com base em uma decisão da Justiça emitida em 4 de novembro, autoridades do Rio de Janeiro começaram, nesta quarta-feira, 12, a transferir sete detentos identificados como lideranças do Comando Vermelho (CV) para presídios federais de segurança máxima.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, anunciou a operação por meio de suas redes sociais. A transferência ocorre depois da megaoperação realizada contra a facção.

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O Ministério da Justiça autorizou o envio dos presos ao atender a uma solicitação do governo estadual, que garantiu vagas no Sistema Penitenciário Federal.

Castro destacou que a ação representa mais um passo no enfrentamento às facções criminosas.

“Essa é mais uma etapa do trabalho que estamos fazendo para enfraquecer as facções, cortar suas conexões e devolver tranquilidade à população fluminense”, afirmou o governador.

Governador do Rio enaltece combate ao Comando Vermelho

“Com essas novas remoções, já são 42 líderes criminosos transferidos do Rio de Janeiro no meu governo”, destacou Castro em publicação no X. “O enfrentamento ao crime é permanente. Não vamos permitir que o Rio de Janeiro vire um resort do crime.”

Leia também: “Insegurança nacional”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 295 da Revista Oeste

“Essa é mais uma etapa do trabalho que estamos fazendo para enfraquecer as facções, cortar suas conexões e devolver tranquilidade à população fluminense”, completou. “A segurança pública não é um problema local, é um desafio nacional que exige cooperação, inteligência e coragem.”

Quem são os criminosos transferidos

Os nomes dos detentos transferidos são Arnaldo da Silva Dias, chamado de “Naldinho”; Carlos Vinicius Lírio da Silva, conhecido como “Cabeça do Sabão”; Eliezer Miranda Joaquim, o “Criam”; Fabrício de Melo Jesus, apelidado de “Bicinho”; Marco Antônio Pereira Firmino da Silva, chamado de “My Thor”; Alexander de Jesus Carlos, conhecido como “Choque”; e Roberto de Souza Brito, o “Irmão Metralha”.

Por razões de segurança, as autoridades só informarão os destinos dos presos quando a operação de transferência estiver concluída.

Nenhum dos sete detentos estava entre os 113 capturados durante a Operação Contenção, realizada na semana anterior, que resultou em 121 mortes no Rio de Janeiro.

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