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Liberação de rodovia no litoral norte de SP deve levar dois meses

Departamento de Estradas de Rodagem informou que a galeria pluvial da Mogi–Bertioga não deu conta da quantidade de chuva

litoral norte de sp
Deslizamento da estrada Mogi das Cruzes–Bertioga, no quilômetro 82 - 19/2/2023 | Foto: Jonny Ueda/Estadão Conteúdo

A secretária estadual Natália Resende, do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, informou que a liberação da Mogi–Bertioga, no litoral norte de São Paulo (SP), vai ocorrer em dois meses. As obras começaram na terça-feira 21, ao custo de quase R$ 10 milhões. A rodovia está interditada nos dois sentidos, entre os quilômetros 77, em Mogi das Cruzes, e 98, já em Bertioga. A estrada é uma das ligações entre a região metropolitana de São Paulo e o litoral.

“Estamos empenhados em um trabalho coletivo para contornar a situação”, comunicou Natália. “Foi uma chuva muito forte, atípica, a maior já registrada no país, com 600 milímetros em 24 horas. Na Mogi–Bertioga, serão necessários dois meses de trabalho para a desobstrução parcial, e até seis meses para a liberação completa, porque iremos construir um novo muro de arrimo de contenção, reforçar o muro de arrimo existente e criar um novo sistema de drenagem.”

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As obras incluem recuperação total da pista, construção de um muro de arrimo para fazer a contenção e um novo sistema de drenagem. Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), a galeria pluvial da rodovia não deu conta da quantidade de chuva e se rompeu, danificando o asfalto.

O DER orientou os motoristas a se deslocarem pelas rodovias do Sistema Imigrantes/Anchieta (SP-160 e SP-150) para deixar o litoral norte de SP.

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6 comentários
  1. IMP
    IMP

    Estamos esperando as opinioes do grande DORIA, o homem desapareceu e deixou um rastro de grandes ………..

  2. IMP
    IMP

    A chuva e a calamidade é culpa do BOLSONARO, prendam logo esse homem. Sao as milicias do Bolsonaro que estao arruinando o governo do Iluminado, Venerado e deus LULA.

  3. Roberto
    Roberto

    Chuvas com medias acima de 600 ml em 24 horas não são chuvas . São calamidades . E o mesmo que termos uma caixa d’agua de 60 cm de altura para cada metro quadrado da região caindo nas 24 horas. É agua que nao acaba mais. Sistemas de drenagem de águas pluviais são normalmente dimensionados a meia carga da vazão máxima em relação às médias pluviométricas da região. E não a picos pluviométricos calamitosos. Chuvas intensas são comuns nas regiões do litoral norte paulista. Ubatuba é apelidado de Ubachuva.Em março de 1967 o índice foi de quase 650 ml em 24 horas. A maior calamidade da história de Caraguataruba. Só espero que não apareça algum ” iluminado “climatologista culpando ” as mudanças climaticas” sobre o ocorrido. Só temos que lamentar as mortes e feridos e orar para que tudo volte ao normal o mais rápido possível.

  4. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Na foto, dá para perceber que a galeria, geralmente construída na diagonal com a rodovia, como indica o rompimento do capeamento (incl. base), confirma o declarado pelo DER, que não suportou a vazão de fato muito acima do previsto. Vamos usar manilhas de maior diâmetro ao menos nesses locais onde houve esses acidentes, pessoal! Quanto às calhas de montante, neste local em particular da foto, fizeram bem o serviço, senão teria acontecido um deslizamento e o que não suportou foi de fato a galeria sob a pista.

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