publicidade
Brasil

Júri condena assassinos da filha do deputado Gilberto Cattani

Raquel foi morta pelo ex-marido e o irmão dele

O deputado Gilberto Cattani (PL) falou com a imprensa depois do julgamento | Foto: Alair Ribeiro/TJMT
O deputado Gilberto Cattani (PL) falou com a imprensa depois do julgamento | Foto: Alair Ribeiro/TJMT

O Tribunal do Júri da Comarca de Nova Mutum concluiu, nesta sexta-feira, 23, o julgamento dos responsáveis pela morte de Raquel Cattani, filha do deputado Gilberto Cattani (PL). Os réus receberam penas de 30 e 33 anos de prisão, ambas em regime fechado.

+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste

Receba nossas atualizações

A sessão durou cerca de 16 horas. O Conselho de Sentença, formado por sete jurados, reconheceu o crime de homicídio com qualificadoras. Entre elas, feminicídio, motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a reação da vítima.

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL), pai de Raquel, acompanhou toda a sessão no plenário. Frente a frente com os réus, ele comentou a decisão logo depois da leitura da sentença.

“As limitações de condenação são fracas no nosso país, mas é um alento, uma sensação de que vão pelo menos pagar um pouco do que fizeram de mal à nossa família.”

Penas e avaliação de Gilberto Cattani

A juíza Ana Helena Alves Porcel Ronkoski fixou 33 anos, três meses e 20 dias de reclusão para Rodrigo Xavier Mengarde, por feminicídio e furto. Romero Xavier Mengarde, ex-marido da vítima, recebeu 30 anos por feminicídio.

A legislação prevê esses patamares como teto para o crime. Para a família, a sentença não encerra a dor, mas representa algum amparo institucional. “Não tem como encerrar, não tem como esquecer, não tem como modificar, não tem como voltar atrás, o que está feito, está feito, mas é uma coisa que ameniza.”

Cattani também comentou a atuação do Judiciário durante o processo. Segundo ele, o resultado reflete o trabalho dos envolvidos no julgamento. “O que mais nos conforta não é ver eles [sic] nessa posição, mas, sim, ver a ação da Justiça sendo efetivada como foi aqui, desde a senhora juíza, assim como todos os demais membros que participaram, que foram espetaculares em suas funções.”

Raquel Cattani foi morta em 18 de julho de 2024, em sua residência, na zona rural de Nova Mutum. A acusação apontou planejamento por parte do ex-marido e execução pelo irmão dele, mediante promessa de pagamento. Com o fim do julgamento, os dois permanecem presos.

Leia também: “Assassinatos em hospital no DF: defesa de técnico pede ‘respeito’ à presunção de inocência”

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade