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Juiz torna réus 4 militares e 4 civis por furto de armas do Exército

Justiça Militar determinou a prisão preventiva dos dois cabos

Juiz torna réus 4 militares e 4 civis por furto de armas do Exército
Arsenal furtado é avaliado em R$ 800 mil | Foto: Polícia Civil/RJ

Um tenente-coronel, um primeiro-tenente e dois cabos são acusados de crimes de peculato-furto e inobservância da lei pelo roubo de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra do Exército de São Paulo, em Barueri. Além deles, quatro civis foram denunciados por ajudar a vender, comprar e guardar as armas. Esses estão foragidos da Justiça. 

+ Diretor do Arsenal de Guerra em SP perde cargo depois do furto de 21 metralhadoras

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O juiz federal Vitor de Luca, da 2ª Auditoria Militar de São Paulo, foi o responsável por indiciar os militares e civis.

Militares que se tornaram réus da ação:

  • Rivelino Barata de Sousa Batista: tenente-coronel, acusado de inobservância de lei, regulamento ou instrução, cometida por negligência;
  • Cristiano Ferreira: primeiro-tenente, acusado de peculato culposo e inobservância de lei, regulamento ou instrução cometida por tolerância;
  • Vagner da Silva Tandu: cabo, que trabalhava como motorista, acusado de peculato-furto; e Felipe Ferreira Barbosa: cabo, acusado de peculato-furto.

As denúncias separam os réus que tiveram participação direta ou indireta no crime. A Justiça Militar determinou a prisão preventiva dos dois cabos, por terem atuado diretamente no furto. 

militar furto armas
Vagner Tandu facilitou o furto das 21 metralhadoras, segundo Justiça Militar | Foto: Divulgação/Exército Brasileiro

Os próximos passos da Justiça serão a citação e o interrogatório dos réus; oitivas de testemunhas; possíveis requerimentos de diligências pelas partes; alegações e o julgamento.

Conclusão do inquérito

Depois de cinco meses de investigação, o Comando Militar do Sudeste concluiu em 16 de fevereiro o inquérito que apurava o roubo das metralhadoras. O desvio do armamento ocorreu entre 5 e 8 de setembro, mas os militares só se deram conta em 10 de outubro, durante uma inspeção no quartel.

Juiz torna réus 4 militares e 4 civis por furto de armas do Exército
Polícia ainda procura duas das 21 metralhadoras | Foto: Polícia Civil/RJ

Ao todo, os criminosos levaram 13 metralhadoras calibre .50 (com potência para derrubar aeronaves) e oito calibre 7.62 (com capacidade para atravessar veículos blindados). Até agora, foi possível recuperar 19 metralhadoras.

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O arsenal foi avaliado em R$ 800 mil, as armas roubadas em setembro de 2023 são capazes de derrubar aeronaves e até perfurar veículos blindados. Duas metralhadoras ainda não foram encontradas.

As armas iriam para membros das duas maiores facções criminosas do Brasil: o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

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3 comentários
  1. Christian
    Christian

    É querer muito imaginar que o Exército vai para de pintar meios fios e sair à procura dos Civis envolvidos.
    KKKKKKKKKKKKKKKKKkkk

  2. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    Sera que fazem parte do golpe de estado??????????????????????????????????????????

  3. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    Carta de um Brigadeiro.
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

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