O governo brasileiro confirmou nesta terça-feira, 24, a morte da turista Juliana Marins durante uma trilha no Mount Rinjani, na Ilha de Lombok, Indonésia. A jovem caiu de um penhasco próximo à cratera do vulcão, que tem 3.726 metros de altitude e fica a cerca de 1,2 mil km da capital Jacarta.
As equipes de resgate da Agência de Busca e Salvamento da Indonésia localizaram o corpo depois de quatro dias de buscas. Os trabalhos foram prejudicados por condições adversas de tempo, visibilidade e solo na região montanhosa.
Receba nossas atualizações
+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste
A Embaixada do Brasil em Jacarta acompanhou as operações desde a noite da sexta-feira 20, quando recebeu o alerta sobre o desaparecimento de Juliana. Autoridades se mobilizaram para apoiar as buscas.
O governo brasileiro manifestou condolências aos familiares e a amigos da turista. Juliana Marins fazia parte de um grupo que percorria trilhas na área do vulcão, ponto conhecido pelo turismo de aventura na região.
Familiares confirmam morte de brasileira que caiu em vulcão na Indonésia https://t.co/ZVtmXHXeuf
— Revista Oeste (@revistaoeste) June 24, 2025
Leia a nota do Itamaraty na íntegra:
“O governo brasileiro comunica, com profundo pesar, a morte da turista brasileira Juliana Marins, que havia caído de um penhasco que circunda a trilha junto à cratera do Mount Rinjani (3.726 metros de altura), vulcão localizado a cerca de 1.200 km de Jacarta, na ilha de Lombok. Ao final de quatro dias de trabalho, dificultado pelas condições meteorológicas, de solo e de visibilidade adversas na região, equipes da Agência de Busca e Salvamento da Indonésia encontraram o corpo da turista brasileira.
A embaixada do Brasil em Jacarta mobilizou as autoridades locais, no mais alto nível, para a tarefa de resgate e vinha acompanhando os trabalhos de busca desde a noite de sexta-feira, quando foi informada da queda no Mount Rinjani.
O governo brasileiro transmite suas condolências aos familiares e amigos da turista brasileira pela imensa perda nesse trágico acidente.”
+ Leia também: “Balão cai em Santa Catarina e deixa mortos em passeio turístico; vídeo”
A Embaixada acompanhou? nós também acompanhamos. O que mais vocês fizeram além de “acompanhar”? precisamos de embaixadas para quê mesmo?
A essencia da vida é poder fazer aquilo que desejamos, tudo é uma aventura e sempre estara acompanhada de alegrias e infortunios.
A morte sera o final para todos, ninguem ficara para semente.
Que Deus permita que quando a minha hora chegar esteja desvendando e aproveitando os caminhos da vida com a minha bicicleta.
Que Deus console a familia.