O Instituto Brasil Israel (IBI) acusou a Universidade de São Paulo (USP) e outras instituições no Brasil de serem lenientes com o aumento de casos de ações antissemitas e apologia ao nazismo em suas instalações. O jornal O Estado de S. Paulo publicou as informações neste sábado, 31.
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Recentemente, suásticas foram talhadas em elevadores, mesas, cadeiras e na placa de metal de uma sala de aula da Faculdade de Direito da USP. Ao Estadão, a instituição afirmou que acionou o Ministério Público (MP).
O que diz o diretor da faculdade de direito da USP
Em reunião com professores, o diretor da Faculdade, Celso Campilongo, afirmou que “a gravação de símbolos nazistas pelo campus é intolerável e que os responsáveis, quando identificados, serão punidos”.
A diretora-executiva do IBI, Manoela Miklos, expressou preocupação com a frequência desses episódios no meio acadêmico.
“O ocorrido é mais um sinal de que universidades, instituições que devem encarnar a democracia, liberdade e o respeito, se tornaram terra fértil para o preconceito, a intolerância e o ódio”, afirmou Manoela Miklos, ao Estadão. “Vemos com grande preocupação e nos preocupa que esse não seja um caso isolado. É um ato trágico que se repete com cada vez mais frequência em universidades de todo o país.”
Combate ao antissemitismo
Além disso, a IBI afirmou que trabalha no combate ao preconceito e intolerância, especialmente por meio da educação e da divulgação do Guia contra o antissemitismo. O manual será distribuído gratuitamente para ajudar a população a identificar casos de discriminação contra judeus e saber como agir.
O guia observa que, em cada país, o antissemitismo se manifesta de maneiras diferentes, mas suas bases são as mesmas: ofensas a judeus, difamações, discurso de ódio em manifestações públicas, redes sociais e outras plataformas, pichações com símbolos nazistas, violência física, cerceamento de direitos e até assassinatos.
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ORA, NÃO EÁ A FACULDADE DE DIREITO DA USP O “BERÇO DA CARTINHA PARA DEMOCRACIA” ??????
ESSE PESSOAL NÃO TEM SENSO DE RIDICULO