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Hang denuncia mulher que picha 'velho fascista' na Havan de Blumenau (SC)

Conforme relato, ela teria escrito 'Blumenazi', em referência ao nazismo, e 'Velho da Havan é fascista', na parede do estabelecimento

Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan | Foto: Reprodução/Twitter/X/@havanoficial
Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan | Foto: Reprodução/Twitter/X/@havanoficial

O empresário Luciano Hang denunciou à polícia uma mulher que pichou a fachada da loja Havan Castelo, em Blumenau. Conforme relatos, ela teria escrito “Blumenazi”, em referência ao nazismo, e “Velho da Havan é fascista”, na parede do estabelecimento comercial, no dia 7 de setembro deste ano.

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“Na madrugada do dia 7 de setembro, à 1h31, uma mulher passou pela Havan Castelo, em Blumenau (SC), e pichou a fachada da loja”, informou Hang, em publicação no X, nesta segunda-feira, 15. “Infelizmente, somos proibidos de mostrar o rosto dos criminosos, mas já encaminhamos as imagens às autoridades policiais.”

No vídeo, o empresário cobre o rosto da mulher, já que, segundo ele, está proibido de mostrar o rosto de criminosos. Ele costuma publicar em suas redes imagens de pessoas que cometem crimes em suas lojas, como roubos e furtos.

“Ela escreveu mensagens de ódio contra o povo de Blumenau, atribuindo crimes a toda a cidade, além de ataques ideológicos contra mim”, diz o vídeo. “Não podemos aceitar discursos de ódio que incitam a violência. Isso é crime. Infelizmente, estamos proibidos de mostrar o rosto dessa criminosa, mas as imagens já foram repassadas à polícia. Agora, fica a pergunta: quem é o extremista?”

Contexto da denúncia de Luciano Hang

Pichação na parede de loja da Havan
Pichação na parede de loja da Havan | Foto: Reprodução/X/@LucianoHangBr

A denúncia de Luciano Hang ocorre em um contexto de problematização de um discurso violento, contrário à direita, em todo o mundo. Depois do assassinato do ativista político Charlie Kirk, nos Estados Unidos, pessoas registram queixas de atos violentos e falas de ódio por parte da esquerda.

Repercussões de publicações nas redes sociais de apoio à morte de Kirk levaram a demissões, suspensões ou punições de pelo menos 26 pessoas nos Estados Unidos e no Brasil, de acordo com dados obtidos por entrevistas, reportagens e declarações públicas. O levantamento é do portal Poder360.

Leia mais: “Amor ou ódio?”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 287 da Revista Oeste

Nos EUA, pressões por desligamentos têm o apoio de políticos do Partido Republicano, incluindo aliados do presidente Donald Trump, além de outros direitistas. No Brasil, movimento semelhante se intensificou depois de campanha do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

O parlamentar mostrou ameaças que recebeu, as quais resultaram em demissões e cancelamentos de eventos que envolvem profissionais das áreas cultural, de saúde e marketing. Os demitidos comemoraram o assassinato de Kirk.

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2 comentários
  1. Willian Araujo Merlin
    Willian Araujo Merlin

    Ela deve estar com muita inveja e desconta na pichação.

  2. Orlando Fernandes Filho
    Orlando Fernandes Filho

    Ela pichou com spray, se fosse com BATON pegaria uns 15 anos de prisão. Só Deus na causa!!

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