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Brasil

Governo do Amazonas decreta estado de emergência devido ao aumento de queimadas

Fogo se intensifica devido aos ventos que atingem o Estado da Região Norte

Amazonas aumento queimadas
Incêndios preocupam governo do Amazonas | Foto: Divulgação/CBMA

O governo do Amazonas decretou, nesta semana, estado de emergência ambiental devido ao aumento de queimadas. Assinado pelo governador Wilson Lima, o decreto abrange municípios do sul amazonense e a região metropolitana de Manaus.

Secretários municipais afirmam que o governo estadual e o federal não têm fornecido apoio para controlar as chamas. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que as queimadas no Amazonas se intensificam desde julho. Somente nos primeiros dez dias de setembro, foram registrados 3.925 focos de incêndio no Estado.

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Até o dia 12 de setembro, foram registradas 4.127 áreas de intensas queimadas. O Amazonas está em primeiro lugar com maior número de incêndios. Na sequência, aparecem Pará (3.500) e Mato Grosso (1.954).

Entre os dez municípios com maior número de queimadas, em setembro, estão cinco cidades amazonenses da região conhecida como Amacro (que reúne áreas do Amazonas, do Acre e de Rondônia). O primeiro é Altamira, no Pará, e o segundo lugar é Porto Velho, capital de Rondônia.

O governo do Amazonas destinará R$ 1,1 milhão para remunerar uma equipe de 153 brigadistas que atuam contra as queimadas no “arco do desmatamento” do sul amazonense.

Uma área de mata próximo zona rural de Manacapuru, no Amazonas, já marca 15 dias de incêndio desenfreado. Segundo os bombeiros, o combate às chamas não deram resultado, e o fogo tem sido levado pelo vento para outras áreas.

A extensão do incêndio preocupa a saúde dos moradores das três comunidades que cercam o Lago do Cururu, segundo informações do portal g1.

Leia mais: CPI das ONGs ouve especialista em questões ambientais e climáticas

1º semestre de resultados ruins do governo Lula

O governo Lula não mostrou bons resultados no primeiro semestre deste ano em relação à preservação da Amazônia e do cerrado. A pauta foi uma das mais criticadas durante a gestão do ex-presidente, Jair Bolsonaro.

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A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, durante audiência na Câmara dos Deputados – 24/5/2023 | Foto: Wallace Martins/Estadão Conteúdo

Os dados do sistema BDQueimadas, do Inpe, divulgado no início de julho pelo Ministério do Meio Ambiente, mostraram que as queimadas na Amazônia no primeiro semestre de 2023 cresceram 10% na comparação com mesmo período do ano passado.

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    E a Tartaruga Ninja, o que diz agora ????
    Se bem que calada, pelo menos não diz asneiras…

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