O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) afastou a analista de recursos humanos Huíla Borger Klanovichs, de 35 anos, depois que ela agrediu uma funcionária de uma rede de lanchonetes no Distrito Federal.
Câmeras de segurança registraram a agressão. Segundo relato da vítima, o episódio começou por causa de um erro no pedido. Huíla solicitou um hambúrguer sem cebola, mas recebeu o lanche com o ingrediente.
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De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal, a analista pediu a troca do produto e alegou alergia, com histórico de reações graves. Depois de receber o novo pedido, ela exigiu um pedido de desculpa da atendente em tom considerado humilhante. A funcionária se recusou e, na sequência, levou dois tapas no rosto.
Caso foi registrado como lesão corporal
A vítima se afastou do balcão, e outro funcionário interveio para conter a situação. A Polícia Militar foi acionada e chegou ao local por volta da 1h. Inicialmente, Huíla negou a agressão, mas os policiais tiveram acesso às imagens das câmeras de segurança, que confirmaram o relato da atendente.
A polícia levou as duas à 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. A trabalhadora registrou ocorrência por lesão corporal. Huíla prestou esclarecimentos e deixou a delegacia.
O caso não é o primeiro registro a envolver a analista. Em 2017, a Polícia Civil a indiciou por difamação. Na ocasião, ela criou perfis falsos de um ex-colega, policial civil, para divulgar uma suposta traição. A investigação identificou que as contas partiram da residência dela, no Jardim Botânico. O caso terminou com acordo judicial, encerrado em março de 2021.
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Se trabalha na ONU, já é um indício de mau caráter porque é prova que se sente à vontade em um ambiente esquerdista.
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