O início de 2026 foi marcado por aumento expressivo nas queimadas em território brasileiro, com 4,5 mil focos registrados em janeiro, segundo sistema BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. O avanço de incêndio corresponde a 45% a mais que em janeiro do ano anterior, quando ocorreram 3,1 mil vezes.
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Dentre os Estados, o Pará liderou a lista, com 1.044 focos, seguido por Maranhão, com 990; Ceará, com 476; e Piauí, com 251. Já o registro das menores ocorreram no Amazonas, com 18; em Rondônia, com 11; e no Acre, com apenas 2doisregistros. O Distrito Federal não contabilizou casos no período.
Histórico de incêndio em biomas brasileiros

Todos os biomas do país relataram focos de incêndio, sendo a maior quantidade registrada na Amazônia, com 2 mil ocorrências. Em 2025, o Brasil havia conseguido reduzir em cerca de 50% o número total de incêndios em comparação com 2024.
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A diretora de ciências do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, Ane Alencar, explicou que “há uma redução dos incêndios nos anos seguintes aos anos que queimam muito”. “Aquela pessoa que perdeu muita coisa, porque o fogo saiu do controle, vai ficar com mais receio de queimar no ano seguinte”, explicou Ane.
O ano de 2024 apresentou o maior número de queimadas desde 2010, alcançando 320 mil focos. Em resposta, entrou em vigor em julho de 2024 a Política Nacional do Manejo Integrado do Fogo, que estabeleceu diretrizes de prevenção, preparação e controle para governos federal, estaduais e municipais.
Como complemento, o Ministério do Meio Ambiente publicou uma portaria em fevereiro de 2025 declarando estado de emergência ambiental em razão de risco elevado de incêndios. O governo federal também aumentou recursos e reforçou o efetivo de brigadistas para intensificar o combate às queimadas em todo o país.





































Cadê os protetores de girafas da amazônia, o Di Caprio, a pentelha da Greta, os artistas globais e tantos outros hipócritas que aporrinhavam a paciência a cada cinco minutos na época do Bolsonaro. Vê-se bem a que e a quem se prestavam. Pena que os jumentos esquerdistas, com sua cegueira ideológica, façam questão de enfiar suas cabeças na terra tal qual avestruzes.