Após aplicar os históricos 8 a 0 sobre o Vitória, a sensação era de que o Flamengo pós-Mundial caminharia sem rivais à altura no Brasil ou no continente.
A goleada, somada a vitórias consistentes contra o Internacional (pela Copa do Brasil e pelo Brasileirão) e a chegada de reforços como Samuel Lino, Emerson Royal, Saúl e Carrascal, parecia confirmar a tese de que o elenco rubro-negro era praticamente imbatível.
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No entanto, a euforia cedeu espaço à preocupação nos últimos jogos.
Nas últimas semanas, a equipe dirigida por Filipe Luís não conseguiu vencer o então instável Grêmio no Maracanã, sofreu contra o limitado Estudiantes na Libertadores, ficou no empate com o Vasco (que nesta semana foi goleado pelo Palmeiras) e só superou o Corinthians em Itaquera graças ao ridículo pênalti perdido por Yuri Alberto.
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E, na noite da última quinta-feira, o sinal de alerta ficou ainda mais evidente: no Maracanã, foi o Cruzeiro quem esteve mais próximo da vitória.
O cenário levanta dúvidas sobre a capacidade do Flamengo em manter a liderança e resistir ao embalo do Palmeiras no Campeonato Brasileiro.
Na Libertadores, o desafio é ainda maior: uma eliminação diante do Racing não pode ser descartada.
Flamengo ainda é forte
O elenco, em termos individuais, continua sendo um dos mais fortes do continente.
Caso seus principais jogadores assumam o protagonismo, poucos adversários terão condições de frear o Flamengo.
Mas, até aqui, o desempenho em campo não confirma as expectativas criadas.
E a pergunta que fica é simples: o Flamengo ainda terá fôlego para transformar 2025 em uma temporada de títulos?
Ou o ano terminará em frustração?
Aguardemos os próximos capítulos…






































Entenda, tudo é questão de :”QUANTO”