Em resposta à condução do governo de Benjamin Netanyahu no conflito entre Israel e Palestina, desencadeado pela invasão do território israelense em 7 de outubro de 2023 pelo grupo terrorista Hamas, a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) decidiu encerrar o convênio técnico com a Universidade de Haifa.
+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste
Receba nossas atualizações
O posicionamento reflete um movimento de repúdio à política israelense diante da situação em Gaza. A deliberação ocorreu por maioria durante a reunião de congregação realizada nesta quinta-feira, 23.
Assim, a FFLCH se tornou a primeira unidade da USP a adotar tal medida. O rompimento se limita a acordos de cooperação técnica, e não envolve programas de intercâmbio acadêmico, que nunca existiram entre as duas instituições.
Repercussão e justificativas da faculdade da USP

O diretor da FFLCH, Ádrian Fanjul, declarou que um suposto agravamento dos episódios em Gaza o levou, “com muito desgosto, a concordar com a necessidade deste gesto simbólico”. Ele ainda afirmou que “são práticas sádicas, como matar de fome pessoas que saem desesperadas atrás de alimento”.
Em agosto, a Organização das Nações Unidas (ONU) classificou oficialmente a Faixa de Gaza em estado de fome. Foi a primeira vez que atribuiu tal posição a uma localidade do Oriente Médio. O reconhecimento veio depois de alerta de que 500 mil habitantes enfrentavam dificuldades extremas, segundo a própria organização internacional.
Leia também: “A intolerância nas universidades”, artigo de Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 289 da Revista Oeste
Outras instituições brasileiras, como UFF, Unicamp, UFC e Unesp, já haviam rompido laços com universidades israelenses. Na FFLCH, pedidos de suspensão do convênio vinham sendo feitos por estudantes e docentes desde o ano passado, apesar de parte dos graduandos do curso de hebraico manifestar preocupação com prejuízos ao contato cultural. O argumento não foi acatado, já que não havia possibilidade de intercâmbio.
Durante a mesma reunião, a congregação também decidiu levar ao Conselho Universitário da USP a proposta para romper todas as cooperações mantidas com universidades de Israel, de modo a abranger demais faculdades da instituição.
Leia mais: “Universidades do ódio”, reportagem de Branca Nunes e Mateus Conte publicada na Edição 288 da Revista Oeste





































Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia
Eu pergunto a você onde vai se esconder
Da enorme euforia
Como vai proibir
Quando o galo insistir
Em cantar
Nossa ….que pena!!!@ Israel perde uma imensa chance de conquistar mais um Nobel…
Que relevante kkkk
Quando pensamos que tínhamos visto de tudo, eles cavam o fundo do posso….
Infelizmente a ogra Marilena Chaui, a idiota que odeia a classe a qual pertença, ainda das as cartas, não é a toa que as universidades brasileiras vem perdendo posições no ranking mundial, a burrice interesse à esquerda para prosperar.
Puxa.
Israel, cheio de ganhadores do Prêmio Nobel, deve estar super preocupado com essa notícia.
Aliás, acaba de ganhar um de Economia.
Certamente não precisa da USP para nada…
Esses professores acham que estão num grémio partidário. Esqueceram de suas funções e pra que foram contratados. A pesquisa está além da situação de governo. Infelizmente, nossas universidades são governo e não estado.
Universidades de Israel provavelmente estão aliviadas!
O Brasil quem perde. Israel ganha ao finalizar o convênio com estes Herbalistas de carreira.