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Estudantes de medicina da USP fazem greve e param atividades em hospital

A mobilização desta segunda-feira, 11, ocorre um dia depois de uma ação da Polícia Militar para retirar estudantes que ocupavam a reitoria da universidade

A USP informou que recorrerá da decisão por meio de sua procuradoria-geral | Foto: Reprodução/Flickr
Universidade de São Paulo (USP) | Foto: Reprodução/Flickr

Estudantes de medicina decidiram aderir à greve na Universidade de São Paulo (USP) e interromperam parte dos atendimentos realizados no Hospital das Clínicas. O movimento reivindica, entre outros pontos, a extinção do programa “Experiência HCFMUSP na prática”, que cobra mensalidades superiores a R$ 8 mil para que alunos de instituições privadas possam estagiar no hospital. Segundo os manifestantes, o acesso às atividades práticas por estudantes da USP segue restrito, enquanto alunos pagantes conseguem participar.

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Apesar da paralisação dos internos, as demais atividades nos hospitais continuam funcionando normalmente. O Hospital das Clínicas e o Hospital Universitário foram questionados sobre eventuais posicionamentos, mas até o momento não responderam. Caso haja manifestação, as informações serão atualizadas.

Conflito se agrava depois de ação policial

A mobilização desta segunda-feira, 11, ocorre um dia depois de uma ação da Polícia Militar para retirar estudantes que ocupavam a reitoria da USP. No momento da retirada, quatro estudantes foram detidos e encaminhados ao 7º Distrito Policial, conforme informou a PM. Os alunos alegam que a desocupação aconteceu sem aviso prévio e que não houve apresentação de mandado judicial.

Greve atinge outras universidades e expõe infraestrutura precária

A greve envolve alunos da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Na USP, residentes do Conjunto Residencial da universidade relatam problemas como falta de iluminação, pisos e encanamentos quebrados, além de quartos com infiltrações e mofo.

Leia também: “Punição excessiva e impagável”, artigo de Rachel Díaz na Edição 315 da Revista Oeste

Na Unesp, a mobilização se intensificou depois da morte da professora Sandra Regina Campos, que sofreu um mal súbito durante uma palestra noturna em 7 de abril, período em que, segundo estudantes, não havia profissionais de saúde no campus.

Leia também: “INSS – Conteúdo adulto”, artigo de Guilherme Fiuza na Edição 316 da Revista Oeste

2 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Tem o lado bom , esses maconheiros da USP não vão poder prejudicar a vida e a saúde dos pacientes enquanto estiverem parados

  2. Moisés Fróes
    Moisés Fróes

    Supostos estudantes Vermelhos da esquerdalha, fdps pilantras, vagabundos, vendidos, genocidas, assassinos, traficantes, terroristas; MERECEM E VÃO GANHAR BALA DE CHUMBO NA TESTA E TB VÃO PRA VALA DO GERÔNIMO DO PT E PTA GUILHOTINA DO SUPOSTO PROFESSOR DA UFRJ
    MORRAM!

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