Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) divulgaram nesta segunda-feira, 10, uma nota pública na qual repudiam a participação do cientista político André Lajst em um evento promovido pela instituição.
CEO da ONG Stand With Us Brasil, que divulga a cultura judaica pelo mundo, Lajst foi convidado para o evento “Conversas sobre o Mundo”, marcado para esta quinta-feira, 13, na Sala Goffredo da Silva Telles Jr.
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O Centro Acadêmico 11 de Agosto, responsável pela manifestação, publicou a nota de repúdio nas redes sociais. Nela, os alunos acusam o palestrante de apoiar práticas do Estado de Israel que classificaram como “apartheid” e “genocidas” em relação ao povo palestino.

Cientista político e CEO da ONG Stand With Us Brasil, Lajst foi chamado de “notório sionista” pela entidade estudantil. Segundo o comunicado, o comparecimento dele no evento de quinta-feira seria incompatível com a “tradição humanista, democrática e libertária” da USP. O texto afirma que a universidade não deve ser utilizada para promover discursos que, segundo os alunos, “legitimam a ocupação, o colonialismo e a limpeza étnica em curso na Palestina”.
Alunos da USP convocam protesto contra André Lajst
Na nota, o centro acadêmico também convoca um protesto contra “a presença de sionistas nas Arcadas”. “A Faculdade de Direito da USP é e deve permanecer um espaço de defesa dos direitos humanos e de solidariedade internacional aos povos oprimidos. É inadmissível a presença de sionistas nas Arcadas.”
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A Stand With Us, com sede em Los Angeles e escritório no Brasil, é uma ONG educacional sem fins lucrativos dedicada ao ensino sobre Israel e ao combate ao extremismo e antissemitismo. André Lajst ainda não se manifestou sobre a nota dos alunos e eventual cancelamento da palestra.
Reações contrárias ao centro acadêmico
Na publicação no Instagram, alguns seguidores da página do Centro Acadêmico 11 de Agosto criticaram a falta de disposição dos alunos para pensamentos contraditórios.
“É impressionante, e profundamente triste, ver como o diretório acadêmico mais tradicional do país tem horror ao debate”, escreveu o perfil de Jessica Peixoto, da equipe brasileira de debate. “Essa obsessão em evitar o contraditório, em controlar quem pode falar e o que pode ser dito, torna vocês incompatíveis com qualquer ânsia democrática.”
A Juventude Judaica reagiu com ironia: “Obrigado centro acadêmico por nos ajudar a provar o que sempre falamos: ‘antissionismo’ = antissemitismo.”
Outro perfil, do advogado Edney Duarte Jr, demonstra surpresa com a postura do centro acadêmico. “Quem diria o XI de Agosto defendendo a censura, a mordaça e o cancelamento em um debate público. Já se foram os bons tempos em que o XI era quem defendia esses valores. Ponto negativo para o XI.”
Leia também: A indústria do genocídio, artigo de Frank Furedi, da Spiked, publicado na Edição 264 da Revista Oeste






































ESSES marginais só querem ouvir maconheiros e vagabundos que de nada acrescentam a vida deles! Não podem ser classificados de alunos e sim de um bando analfabeto que servem as mulas desse governo destrutivo. Os pais devem ter vergonha de colocarem esses abjetos no mundo!
USP dos vagabundos militantes, universidade falida ….
Bando de vagabundos desordeiros e hipócritas.
Parece que um dia funda etos do direito , é que as partes sejam ouvidas . Principalmente em um ambiente de futuros mantenedores da democracia, como o próprio centro acadêmico diz. Não pagam nada e querem falar antes de ouvir
Bando de estudantes picaretas, estudam com os impostos da população. Sim, ao invés da pesquisa, fazem manifestações nazistas e retrógradas.