Entregadores do aplicativo iFood relataram que foram coagidos a participar da greve realizada nesta segunda-feira, 31. O movimento, conhecido como “Breque dos Apps”, busca ajustes nos valores pagos por entrega e por quilômetro percorrido.
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As cenas, registradas em cidades como Cuiabá e Várzea Grande (MT), mostram quando grupos de entregadores cercam motociclistas que queriam trabalhar.
Entregadores do iFood ameaçam motociclistas
Houve um momento em que um entregador foi cercado e quase agredido por outros motociclistas. Em outro caso, uma mulher implora aos colegas para a deixarem realizar a entrega.
A paralisação ocorreu em quase 60 cidades do país. Em São Paulo, os motociclistas se reuniram na Praça Charles Miller, no bairro Pacaembu, na segunda-feira. Por volta das 11h, eles seguiram para o Museu de Arte de São Paulo (Masp). Os entregadores de aplicativo seguiram o trajeto escoltados por viaturas da Polícia Militar (PM).
Manifestantes foram à sede da empresa
Depois, o grupo foi à sede do iFood, em Osasco (SP). No local, os manifestantes foram chamados para uma reunião. Em nota enviada depois do encontro, a empresa informou que houve uma conversa sobre “as principais demandas apresentadas pelo movimento”.
A paralisação dos entregadores de aplicativo teve quatro pautas centrais:
- definição de uma taxa mínima de R$ 10 por corrida;
- aumento da remuneração por quilômetro rodado de R$ 1,50 para R$ 2,50;
- limitação da atuação das bicicletas a um raio máximo de 3 quilômetros; e
- pagamento integral de cada um dos pedidos, nos casos em que diversas entregas são agrupadas em uma mesma rota.







































Ifood é um excelente serviço que aliou-se a pequenos, médios e grandes estabelecimentos afim de potencializar suas vendas através de maketplace e logística, e oferecendo uma forma de renda extra para os entregadores, permitido qualquer pessoa que atenda o mínimo exigido cadastrar -se e usufruir do tal renda extra, o problema é que o oportunismo que o Brasileiro vê em tudo sempre estraga tudo! Sem desmerecer a classe do motoqueiro, ciclista, até porque sou um deles e sei que deve sim ser valorizado, mas fazer um protesto contra uma empresa que não oferece vínculo empregatício é totalmente é totalmente fora de base, estragar alimentos e coagir outros profissionais é mais fora de base, a solução já que o serviço não atende a demanda esperada é procurar um CLT que oferece salário fixo e benefícios, bem simples de se resolver!
Muitos influenciadores dizendo que a GenZ é a primeira geração que sabe escolher profissão… dizem que eles vão revolucionar o mercado de trabalho e suas regras, rs. Contudo… os problemas que eles têm enfrentado me parecem bem TRADICIONAIS !
Essa é a tentativa de partidos politicos em criar um sindicato pra abocanhar 10% dos motoboys e fazer ameaças a empresa se eles nao derem viagens, carros e outras mordomias pros donos do sindicato. Sindicato é so um bando de preguiçoso espertinho querendo ter a vida boa e mansa com o suor dos trabalhadores.