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Eduardo Leite faz novo alerta e pede que população deixe áreas de risco 

Previsão de chuvas no RS para 12 horas equivale ao acumulado de um mês; solo encharcado eleva risco de deslizamentos e alagamentos

O governador do RS, Eduardo Leite | Foto: Maurício Tonetto/Secom

Diante da previsão de chuvas intensas no Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite voltou a alertar, neste sábado, 28, para que moradores de áreas de risco deixem suas casas e busquem abrigo em locais seguros. 

Meteorologistas estimam que, em regiões como a Serra e os Vales, pode chover entre 100 mm e 130 mm em apenas 12 horas — volume equivalente ao esperado para todo o mês.

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“Estamos pedindo: saiam das áreas de risco”, disse o governador. “É por apenas uma noite. Amanhã à tarde, esperamos ter uma volta à normalidade.” Ele afirmou que, com apoio do governo estadual, as prefeituras montaram e adaptaram abrigos para acolher as famílias que precisarem de ajuda.

Em algumas regiões, como as da Serra e dos Vales, são esperados entre 100 mm e 130 mm de chuva em apenas 12 horas, a partir do fim da tarde deste sábado. “É muita chuva. É a chuva de 1 mês inteiro em apenas 12 horas, o que gera muitos riscos”, afirmou Leite.

O governador ressaltou que, com o solo já encharcado pelas chuvas das últimas semanas, há risco elevado de deslizamentos e transbordamento de rios, como o Jacuí. O volume de chuvas esperado “pode parecer menos do que já enfrentamos, mas sobre um solo já encharcado, é um fator crítico”. 

Leite visita municípios da serra gaúcha

Na manhã deste sábado, Eduardo Leite esteve em Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul e Lajeado, na região serrana, onde se reuniu com autoridades municipais e representantes de órgãos da Defesa Civil. Em entrevista, afirmou que o foco das equipes estaduais e municipais está, neste momento, em ações preventivas.

Segundo o governador, depois da tragédia das enchentes de maio de 2024, o poder público está mais preparado para lidar com eventos climáticos extremos. 

“O foco da nossa atuação, agora, é remover as famílias de situações de risco, das beiras de rios, de encostas, evitar a circulação em rodovias que poderão ser atingidas, mas precisamos muito da colaboração das pessoas”, concluiu.

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