O incêndio que devastou parte do Pavilhão dos Países na COP30 em Belém (PA) iniciou no pavilhão da África. O desastre ocorreu no dia da Consciência Negra, 20 de outubro, sancionado como feriado federal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2023.

As imagens mostram as chamas aparecerem durante um painel de debate no pavilhão “AfricaCOP30“, atrás de palestrantes africanos que estavam debatendo sobre “Dos compromissos à implementação: Financiamento e transferência de tecnologia para a transição energética justa da África“.
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O pavilhão é da Comunidade da África Oriental, organização intergovernamental composta por Burundi, Quênia, República Democrática do Congo, Ruanda, Somália, Sudão do Sul, Tanzânia e Uganda.
O incêndio devastou vários pavilhões da COP30 e obrigou a evacuar a Blue Zone, o principal espaço da Conferência do Clima, área onde estão as salas onde se reúnem os negociadores e ministros, e onde estão os pavilhões dos vários países.
Incêndio fecha Blue Zone
Segundo as autoridades locais, o incêndio teria sido controlado em poucos minutos. Entretanto, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), entidade responsável pelo evento, informou que não será possível voltar para a Blue Zone até as 20h. Ou seja, após o fim oficial das negociações.
ONU já tinha reclamado da infraestrutura da COP30
No terceiro dia da COP30 a UNFCCC enviou uma dura carta ao governo brasileiro e ao governo do Pará reclamando dos graves problemas de infraestrutura, de segurança e até mesmo dos sanitários da COP30.
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Foi solicitada uma solução imediata reação rápida para solucionar falhas de segurança e problemas estruturais. A demanda foi feita em uma carta enviada pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) a Rui Costa, ministro da Casa Civil (que coordena as atividades relacionadas à cúpula), e a André Corrêa do Lago, presidente da conferência.
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O documento foi enviado pelo secretário-executivo Simon Stiell para Rui Costa, ministro da Casa Civil (que coordena as atividades relacionadas à cúpula), e a André Corrêa do Lago, presidente da conferência, um dia após a tentativa de invasão de um grupo de ativistas nba Blue Zone, que deixou feridos, causou danos e expôs “brechas graves” no controle do evento.
Na carta, a ONU também salientou os “e riscos associados a água próxima de instalações elétricas”, além das “falhas de climatização”, o “calor excessivo em pavilhões”, e “infiltrações provocadas pelas chuvas”.





































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