Jair Bolsonaro, presidente da República, chamou o médico Giovanni Quintella Bezerra de maldito e vagabundo. O anestesista estuprou uma paciente grávida no Rio de Janeiro. A declaração ocorreu por meio do Twitter, na segunda-feira 11, a mesma data do registro do crime.
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“É extremamente lamentável que a nossa Constituição não permita sequer que o maldito estuprador que abusou de uma paciente grávida anestesiada no Rio de Janeiro apodreça para sempre na cadeia, sem nenhum tipo de privilégio”, escreveu Bolsonaro. “Direitos humanos é para a vítima, esse vagabundo que se exploda!”
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Médico que estuprou grávida
Com 32 anos, Bezerra é formando na faculdade de medicina desde 2017. De acordo com o G1, ele concluiu a especialização para atuar como anestesia em abril de 2022.
Na noite de ontem, o médico foi preso pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, depois de ser gravado estuprando uma mulher grávida na sala de parto. O crime ocorreu no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João do Meriti (RJ), Baixada Fluminense.
O médico estuprador era o responsável pela anestesia da paciente. Funcionárias do hospital decidiram gravá-lo com uma câmera escondida depois de desconfiar da atuação dele em outros procedimentos cirúrgicos. Elas começaram a estranhar a quantidade de sedativo aplicada e a forma como ele se movimentava atrás do lençol que separava a equipe.
Ao verificarem as imagens, elas acionaram a polícia. De acordo com o G1, a checagem não pôde ser feita em tempo real, impossibilitando que o crime fosse impedido.
Câmara dos Deputados repudia o estupro
A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados emitiu uma nota de repúdio e “indignação pelas atitudes criminosas cometidas pelo médico anestesista”. O documento manifesta “total apoio e solidariedade à vítima, bem como a outras mulheres que a apuração vier a constatar terem sido alvo de atitudes criminosas semelhantes” e também “às profissionais de saúde que conseguiram denunciar as agressões”.
Leia a íntegra da nota de repúdio
A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, órgão representativo da Bancada Feminina, formado pela Coordenadoria Geral dos Direitos da Mulher e pela Procuradoria da Mulher, manifesta publicamente total repúdio e indignação pelas atitudes criminosas cometidas pelo médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra.
Conforme amplamente divulgado pela imprensa, ele “abusou de uma paciente enquanto ela estava anestesiada e passava por uma cesariana” no Hospital da Mulher Heloneida Studart em Vilar dos Teles, São João de Meriti, município do Rio de Janeiro. O médico foi preso e autuado em flagrante por crime de estupro de vulnerável, na madrugada de segunda-feira (11 de julho).
Infelizmente, cotidianamente têm sido divulgadas centenas de atos de violência contra mulheres e meninas, em suas mais variadas formas: física, sexual, moral, doméstica, patrimonial e política, entre outras.
Da mesma forma, a Secretaria da Mulher manifesta total apoio e solidariedade à vítima, bem como a outras mulheres que a apuração vier a constatar terem sido alvo de atitudes criminosas semelhantes, bem como registra seu apoio às profissionais de saúde que conseguiram denunciar as agressões.
A Bancada Feminina da Câmara dos Deputados sempre tem atuado na defesa das mulheres. Assim, a Secretaria da Mulher, por meio da Procuradoria da Mulher, informa que irá acompanhar a apuração junto aos órgãos responsáveis e reafirma que jamais deixará de poupar esforços para combater quaisquer ações de violência, seja por palavras ou atos que desrespeitem os direitos das mulheres e que busquem ofuscar os avanços conquistados.
Brasília, 11 de julho de 2022.
PGR rejeita possibilidade de federalizar morte de petista
Castração. Ponto final. Se química ou física, que se escolha…
Pena de 8 à 15 anos de detenção , se for condenado , não fica dois anos em cana .
Infelizmente essa é a realidade .
QUE VERGONHA, DEVE SER UM INFELIZ QUE NÃO CONSEGUE SE REALIZAR COMO HOMEM EM UM RELACIONAMENTO E ENTÃO PRECISA ABUSAR DE QUEM ESTÁ VULNERÁVEL. NÃO MERECE EXERCER O NOBRE OFÍCIO DE MÉDICO. CASSAÇÃO
IMEDIATA!
Talvez ele terá o tratamento que merece mesmo é na cadeia. Cassação imediata do registro no CRM.