Os destroços da aeronave que levava a cantora Marília Mendonça e caiu na sexta-feira 5 em Caratinga (MG) chegaram na noite de terça-feira 9 ao Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Dividida em duas partes menores, a fuselagem do avião passará por uma perícia detalhada em um hangar da Aeronáutica.
Como noticiado ontem por Oeste, os motores da aeronave serão analisados por uma empresa especializada de Sorocaba, no interior de São Paulo. A análise dos destroços do avião faz parte da perícia realizada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para identificar as causas do acidente.
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De acordo com o Cenipa, todos os materiais que podem se tornar evidências na investigação já foram retirados do avião. Para facilitar o transporte, as asas do bimotor foram cortadas. Como os motores estavam localizados em pontos de difícil acesso, os bombeiros pediram um dia para realizar a limpeza da mata no local do acidente.
Em um primeiro momento, um guindaste foi usado para içar o avião de um ponto ao lado da cachoeira sobre a qual ele caiu para uma área mais alta do terreno. Na segunda etapa, as asas foram cortadas e algumas partes da aeronave começaram a ser retiradas.
A tragédia matou Marília Mendonça e mais quatro pessoas.
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