A Defesa Civil de Maceió reduziu de “alerta máximo” para “alerta” o risco de colapso na Mina 18 da Braskem, localizada no bairro do Mutange. A alteração ocorreu no início da tarde desta terça-feira, 5.
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Em postagem no Twitter/X, o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), disse que o caso ainda requer atenção e que o monitoramento continua sem parar.
“Na prática, isso significa que saímos de um risco iminente de colapso para um estágio de menor gravidade”, disse o prefeito. “Mas ainda requer atenção.”
Desde o dia 30 de novembro, o solo já cedeu 1,86 metro. A velocidade da movimentação foi reduzida desde que as medições começaram, no dia 30 de novembro. No entanto, a tendência de desaceleração foi interrompida por duas altas seguidas.
Apesar disso, a Defesa Civil considerou que essa variação não era suficiente para manter o alerta máximo vigente.
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Contudo, a Defesa Civil pediu para que as pessoas não passem pela área onde está localizada a mina. O órgão ainda reforçou que as outras 43 minas na capital não correm risco de colapsar.
Braskem e prefeitura de Maceió firmaram acordo bilionário

A Braskem e a Prefeitura de Maceió firmaram um acordo em julho deste ano no valor de R$ 1,7 bilhão. Segundo o contrato, a empresa comprometeu-se a pagar o montante até o final de 2024. Com isso, a empresa fica isenta de novas indenizações. A decisão foi tomada para compensar o afundamento do solo, consequência da mineração.
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“O Termo de Acordo Global estabelece a indenização, a compensação e o ressarcimento integral do município de Maceió, em relação a todo e qualquer dano patrimonial e extrapatrimonial por ele suportado”, disse a Braskem, em comunicado feito aos acionistas. “E está sujeito à homologação judicial.”
De acordo com a Prefeitura de Maceió, o dinheiro vai ser utilizado para investir em obras na cidade. O prefeito também pretende criar um “fundo de amparo” para auxiliar os moradores dos bairros afetados.




































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