A CoronaVac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, recebeu autorização para uso emergencial no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 17 de janeiro deste ano. Entretanto, a aprovação ficou condicionada à apresentação de alguns dados que não foram enviados junto com o pedido de uso emergencial. Entre eles, o estudo de imunogenicidade, que segundo a Anvisa, é a capacidade, por exemplo, “de uma vacina incentivar o organismo a produzir anticorpos contra o agente causador da doença.”
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Em 30 de abril, o Butantan entregou os dados à Anvisa, mas a área técnica da agência reguladora informou em nota, na última sexta-feira 21, que “os estudos enviados necessitam ser complementados para fins da conclusão do estudo.”
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Duração da imunidade
Ainda não se sabe por quanto tempo os anticorpos produzidos pela pessoa vacinada com a CoronaVac permanecerão no organismo. O Instituto Butantan também se propôs a realizar estudos complementares para indicar o tempo de duração da resposta imune da vacina chinesa. Também em nota, a Anvisa informou que a “proposta de estudos complementares ainda será avaliada, assim que for recebida.”






































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