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Covid-19 responde por menos de 1% das internações na rede pública da cidade do RJ

Hoje, os pacientes com a doença representam apenas 0,5% do total dos 6.600 leitos ocupados

Estátua do Cristo Redentor, cartão-postal do Rio de Janeiro | Foto: Fernando Maia/Riotur

O município do Rio de Janeiro tem hoje apenas 30 pessoas internadas com covid-19 na rede pública (municipal, estadual, federal e outros leitos do Sistema Único de Saúde), segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde.

O patamar é o mais baixo desde a quarta semana de março de 2020, ou seja, a segunda semana de medidas de isolamento adotadas em relação à pandemia na cidade.

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Além desses internados, outros 124, considerados pacientes pós-covid, continuam hospitalizados. No auge da pandemia, em abril deste ano, os pacientes com covid-19 chegaram a ocupar mais de 1.500 leitos de enfermaria e de UTI no município.

Hoje, os pacientes com covid-19 representam apenas 0,5% do total dos 6.600 leitos ocupados na cidade do Rio de Janeiro.

A Secretaria Municipal de Saúde informou na manhã deste sábado, 20, em seu perfil no Twitter, que não havia mais nenhum paciente internado com covid na rede municipal.

“Obviamente tudo isso é graças a você, que fez a sua parte e tomou a primeira e a segunda dose e vai tomar ou já tomou a dose de reforço. Por isso, mais uma vez, pedimos: conhece alguém que ainda não se vacinou? Avisa que hoje é o dia D nos postos”, publicou.

Campanha

O secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, participou hoje do lançamento da campanha de Mega Vacinação contra a covid-19, que pretende reduzir o número de pessoas que ainda não se imunizaram com a segunda dose.

“Faltam quase 600 mil pessoas para tomar a segunda dose no Rio. 380 mil adolescentes já estão aptos a tomar a segunda dose. É muito importante completar a segunda dose”, disse o secretário.

Segundo ele, cerca de um milhão de pessoas já tomaram a dose de reforço. A meta é vacinar toda população da cidade, acima de 12 anos de idade, com a dose de reforço até maio de 2022.

Com informações da Agência Brasil

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1 comentário
  1. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    O que o Rio quer é fazer o Carnaval. Se para isso tiver que esconder os infectados e as mortes vão esconder. Depois da quarta de cinzas é outra conversa. Vem o Doria e o Paes na TV Globo pedindo desculpas e dizendo que nunca mais errado assim. E a TV Globo os perdoa e fica por isso mesmo. Final da história. Essa pandemia só termina quando o mundo se ajoelhar por inteiro no glibalismo da desinformação das bigtechs, dos remédios das bigfarmas, dos fascistas e rústicos como Soros e Xi Jinping.

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