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Covid-19: média diária de contaminações sobe em Serrana (SP)

Cidade participou de um estudo de imunização em massa com a Coronavac

CoronaVac em crianças e adolescentes
CoronaVac | Foto: Caio Rocha/FramePhoto/Estadão Conteúdo

Em Serrana, no interior de São Paulo, a média de contaminações diárias relacionadas à covid-19 em novembro registra cerca de 21 casos, a terceira maior desde o começo da pandemia — a primeira ocorreu em janeiro (22,7), e a segunda em março (22,3). Os cálculos feitos por Oeste utilizaram os dados consolidados até 9 de novembro, os mais recentes disponibilizados pela prefeitura da cidade.

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Em Serrana, praticamente toda a população adulta já estava com o ciclo vacinal completo contra a covid-19 em 11 de abril. Os moradores receberam a CoronaVac, o imunizante desenvolvido pela chinesa Sinovac. A vacinação em massa foi encabeçada pelo Instituto Butantan para avaliar a efetividade do produto.

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Neste mês, até o último dia 9, não foram registradas mortes relacionadas à doença em Serrana. No entanto, nove óbitos estão em investigação.

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2 comentários
  1. Eduardo De Oliveira Costa Pini
    Eduardo De Oliveira Costa Pini

    Corrigindo meu comentário. Serrana é coronavac, ok,
    Será que a proteção dela existe mesmo, por quanto tempo. De abril pra cá são 7 meses. mas em outubro já estavam subindo.
    Desde o início as inf dessa vacina são confusas. Mas vale saber se ela pode ter contribuído com redução de casos graves. É a vacina mais segura (tecnologia reconhecida) das que temos aqui, portanto, seria uma boa escolha para pessoas com comorbidades, grupos de risco e mais idosas, vejo assim..

  2. Eduardo De Oliveira Costa Pini
    Eduardo De Oliveira Costa Pini

    Vejo que ao fazer uma reportagem assim se investigue que tipo de população sucumbiu. Foram vacinados mas possuem comorbidades? Como a covid é uma doença inflamatória e as vacinas (coronavac não, mas lá não tem) foram feitas a partir da proteína spike que desencadeia a reação (e que sofre mutação), a vacina pode ter desencadeado reação em pessoas que (sabiam ou não) ter tido a doença. Uma doença que mais de 70% das pessoas não apresentam sintomas, e que pode desencadear resposta inflamatória de graus diversos, dependendo de cada tipo de organismo, e que dependendo da capacidade de resposta de cada organismo (com relação a idade das pessoas, comorbidades, obesidade ou não, histórico de atividade física e etc) ao entrar em contato com o fragmento do vírus que causa a doença; é no mínimo irresponsável que o Estado exija que as pessoas se vacinem. Diria criminoso pois acho mais adequada essa palavra. Qual o real resultado se espera ao vacinar uma pessoa que esteja com altos níveis de anticorpos? A pessoa tem defesa sentinela pra identificar partes do vírus que inclusive não estão na vacina. A reação, dependendo dos moduladores inflamatórios que a pessoa tem, podem desencadear na doença já em fase inflamatória. Não vejo inteligência nessas ações, ao contrário.

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