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Covas antecipa feriados e estende horário do rodízio em São Paulo

Prefeito confirmou que a cidade registrou a primeira morte de uma pessoa com covid-19 por falta de leito disponível de UTI

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O prefeito Bruno Covas anuncia resultados do inquérito sorológico da cidade | Foto: Governo do Estado de São Paulo

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), anunciou nesta quinta-feira, 18, a antecipação de alguns feriados na capital paulista, em mais uma tentativa de frear a escalada de infecções e mortes por covid-19.

Em entrevista coletiva, o tucano informou que dois feriados municipais de 2021 e pelo menos um de 2022 serão antecipados. Com isso, o recesso vai começar na sexta-feira 26 e seguir nos dias 29, 30, 31 de março e 1º de abril, emendando com a Sexta-Feira Santa.

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Leia mais: “Prefeitura de São Paulo suspende aulas e anuncia aumento de leitos para covid-19”

Os feriados antecipados são Corpus Christi (3 de junho), o Dia da Consciência Negra (20 de novembro) e o aniversário de São Paulo (25 de janeiro). Com as modificações no calendário, a cidade terá uma sequência de dez dias de recesso.

Além disso, Covas e o governador paulista, João Doria (PSDB), analisam a possibilidade de antecipação do feriado estadual de 9 de julho (Revolução Constitucionalista de 1932). “Esperamos, com isso, que as pessoas entendam que este é um momento de ação coletiva contra o coronavírus”, disse o prefeito.

Leia também: “Repasse milionário de Covas a blocos e escolas de samba entra na mira do MP”

Também haverá modificações no rodízio de veículos na capital. A partir de segunda-feira 22, a restrição aos carros passará a valer das 20h às 5h — mesma faixa de horário do toque de recolher instituído pelo governo do Estado —, e não mais das 7h às 10h e das 17h às 20h. O novo horário valerá, em princípio, por duas semanas.

Covas confirmou que a cidade registrou a primeira morte de uma pessoa com covid-19 por falta de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Trata-se de um jovem de 22 anos que estava internado em um hospital do bairro de São Mateus, zona leste da capital. De acordo com a prefeitura, São Paulo tinha, até quarta-feira 17, 395 pacientes aguardando a liberação de leitos de UTI.

Leia também: “A paciência acabou”, artigo de Augusto Nunes e Silvio Navarro publicado na Edição 41 da Revista Oeste

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10 comentários
  1. Carlos Alberto Gomes De Freitas Junior
    Carlos Alberto Gomes De Freitas Junior

    O cara torna a vida dos paulistanos um inferno com medidas que não funcionaram no ano passado

  2. Argenio Souza
    Argenio Souza

    CADE OS HOSPITAIS DE CAMPANHA, SENHOR PREFEITO. O SENHOR DESATIVOU, NÃO FOI. A CULPA É SUA. E MORTO DE HOJE É DE CASO AGRAVADO DE 1 MÊS OU MAIS. PAREM DE MENTIR SOBRE AS SITUAÇÕES ATUAIS. SAFADOS!

  3. Rafael Lippi
    Rafael Lippi

    Dificultar o uso do veículos de passeio, ampliando o horário de rodízio, pode gerar dois resultados: Forçar as pessoas a compartilharem carros ou empurra-las para o transporte público.

  4. Sergio Garcia Falavigna Junior
    Sergio Garcia Falavigna Junior

    Parece piada , Patati Bruno covas e Patata Droria estão presos em seus labirintos de mentiras.

  5. Tercio Antonio Chiarioni
    Tercio Antonio Chiarioni

    Traduzindo: não tenho a menor ideia do que fazer, por isso faço qualquer coisa para parecer que estou fazendo alguma coisa.

      1. Julio José Pinto Eira Velha
        Julio José Pinto Eira Velha

        Bucefalo. A imbecilidade permite a esse sujeito fazer sempre a mesma coisa, esperando resultados diferentes.

  6. frederico cardoso fernandes pontes
    frederico cardoso fernandes pontes

    antecipar feriado, rodízio de carros novamente soluções do passado que nao deram em nada
    qual medidas preventivas ou precoces tomadas por estes incompetentes
    pq fecharam os hospitais de campanha ?R$ 33 mi para carnavalescos

  7. Carmo Augusto Vicentini
    Carmo Augusto Vicentini

    Sem querer parecer insensível à morte do jovem, perda irreparável para a família e para a sociedade, posso afirmar que a ocorrência de mortes de pacientes do SUS à espera de leitos de UTI, devido as mais diferentes enfermidades, já ocorria com frequência na pré epidemia de COVID, em todo o território nacional e os governantes e políticos nunca se comoveram.

  8. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    E onde estão os hopitais de campanha e seus equipamentos. É no mínimo total incapacidade de governar a cidade. Renúncia já.

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