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Coronavírus — Brasil

Luta contra o coronavírus terá testes com vacina em spray

Antídoto será inicialmente aplicado em camundongos

vacina em spray nasal - novo coronavírus
Vacina contra a covid-19: mais uma pesquisa | Foto: DIVULGAÇÃO/FUNDAÇÃO OSVALDO CRUZ

Antídoto será inicialmente aplicado em camundongos

vacina em spray nasal - novo coronavírus
Vacina contra a covid-19: mais uma pesquisa | Foto: DIVULGAÇÃO/FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ

Além de contar com o projeto que une profissionais da Universidade de São Paulo (USP) e o do Instituto do Coração (InCor), o Brasil pode contar com mais um trabalho que vise desenvolver antídoto contra o novo coronavírus. Dessa vez, trata-se da ideia de criar uma vacina em spray e com aplicação nasal.

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Leia mais:Dez fatos sobre a vacina candidata de Oxford

Assim como o programa liderado por pesquisadores da USP e do InCor, o da vacina em spray será inicialmente aplicado em camundongos. De acordo com o Jornal da USP, os roedores já serviram de cobaia para que esse mesmo modelo de imunização fosse testado contra a hepatite B. Agora, o trabalho será direcionado ao combate à covid-19, vírus que provocou uma pandemia mundial.

Coordenador da equipe que já está apostos para desenvolver a vacina em spray contra o novo coronavírus, Marco Antonio Stephano explica que o objeto do antídoto via nasal é fazer com que o corpo desenvolva, a partir da aplicação, a chamada “IgA secretora”. Conforme avisa, são “anticorpos presentes na saliva, na lágrima, no colostro e em superfícies do trato respiratório, intestino e útero”.

“Impedirá a colonização”

“Além de inibir a entrada do patógeno [vírus que provoca a covid-19] na célula, a vacina impedirá a colonização deles no local da aplicação”, disse Stephano, de acordo com registro do Jornal da USP. O coordenador do projeto da vacina em spray contra o novo coronavírus é médico veterinário e trabalha na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP).

À frente dos trabalhos, Stephano afirma que os testes em camundongos deverão ser iniciados em até três meses. É o período que ele espera levar para desenvolver os protótipos ideais.

Vacinas pelo mundo

Os dois projetos brasileiros não são os únicos que visam desenvolver vacinas contra a covid-19. Nas últimas semanas, Oeste tem registrado notícias nesse sentido. O antídoto a ser desenvolvido por Oxford será, por exemplo, produzido em massa. Na última semana, mais informações surgiram nesse sentido. O Japão, a saber, declarou que irá investir R$ 300 milhões em produção. No campo investimento, empresa garantiu que fabricará 2 bilhões de doses de vacina até 2021.

 

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1 comentário
  1. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Foi aberto Inquérito sobre o “feijão da cura ” do pastor Waldemiro ?

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