Dois turistas do Mato Grosso foram brutalmente agredidos por comerciantes em Porto de Galinhas, no município de Ipojuca (PE). O ataque ocorreu no sábado 27, quando eles se recusaram a pagar um valor superior ao combinado pelo aluguel de cadeiras de praia.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Johnny Andrade ensanguentado, cercado e espancado por um grupo de homens. Ele e o companheiro, Cleiton Zanatta, relataram o episódio em publicações no Instagram.
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Segundo os turistas, um barraqueiro os abordou na chegada à praia e definiu um valor para o serviço de locação. No entanto, na hora de pagar, o comerciante cobrou o dobro. Johnny se recusou a aceitar a cobrança indevida e acabou agredido com uma cadeira.
“Quando me dei conta, tinham uns dez, quinze em cima da gente, batendo na gente”, disse Johnny. “Bateram muito em mim. O Cleiton, meu companheiro, saiu correndo, conseguiu escapar e pediu ajuda para o salva-vidas. Se não fosse ele, essa hora a gente estaria morto. Foi um massacre!”
Mesmo com a intervenção dos socorristas, os agressores continuaram a espancá-los. Eles registraram boletim de ocorrência e anunciaram que vão processar a Prefeitura de Ipojuca.
Além das agressões, os relatos indicam falhas no atendimento médico. Segundo eles, a primeira unidade de saúde não tinha aparelho de raio-X nem ofereceu ambulância para o transporte. Sem apoio, os turistas buscaram atendimento por conta própria em outro hospital.
Governo identifica 14 criminosos, e prefeitura silencia comentários nas redes sociais
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), declarou que o sistema de inteligência do Estado já identificou 14 criminosos. Em entrevista à Rádio Jornal, ela considerou o ataque como um crime, e não um simples incidente.
“O que aconteceu é absolutamente inadmissível”, disse Lyra. “Não vamos tratar como incidente, mas como um crime grave, contra dois turistas que vieram nos visitar, que foram à praia e que, infelizmente, foram espancados de maneira brutal por criminosos.”
Paralelamente, a Prefeitura de Ipojuca limitou-se a divulgar uma nota simples, no qual lamentou o episódio e afirmou que os órgãos competentes investigam o caso. Além disso, bloqueou os comentários nas postagens do Instagram.
“Trata-se de um caso grave e incompatível com os valores de respeito, acolhimento e hospitalidade que norteiam o destino”, diz trecho do comunicado. “Os órgãos competentes já apuram o ocorrido para identificar os envolvidos e adotar as medidas legais cabíveis.”
Turistas relatam ameaças, confusão e cobranças infladas em Porto de Galinhas
Relatos de coação e cobranças abusivas continuam a se espalhar nas redes sociais. Em um dos casos, uma turista afirmou que um comerciante a ameaçou durante um desentendimento sobre o valor de uma barraca.
O homem cobrou R$ 120 pela estrutura, mas prometeu isentar a taxa caso o grupo consumisse algum alimento. Quando os visitantes pediram uma porção de batata frita com macaxeira, ele recusou. Alegou que a oferta incluía apenas “petiscos”, sem ter explicado previamente o que se encaixava nesse critério.
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O próprio vendedor iniciou a confusão, elevou o tom e intimidou o grupo. Como resultado, os turistas se recusaram a pagar o valor indevido e decidiram deixar o local. Uma das mulheres ouviu a ameaça no momento da saída: “Se vocês voltarem aqui, eu vou tomar de vocês.”
Nas redes, outros visitantes relataram experiências semelhantes. Um homem contou que já esteve em Porto de Galinhas três vezes, mas não pretende voltar. Segundo ele, os preços são altos demais diante da baixa qualidade do que é oferecido.
“O que vi foram pessoas locais abordando turistas desesperadamente a ponto de não haver paz para uma conversa entre amigos”, compartilhou.
Outra internauta afirmou que pediu um peixe anunciado por R$ 80, mas recebeu uma conta no valor de R$ 180. Segundo ela, a cobrança final, que deveria ficar em torno de R$ 140, chegou a quase R$ 500. “Paguei para sair viva”, destacou. “Nunca mais pisei em Porto de Galinhas.”






































Com tanto lugar bonito no sudeste e sul do país , incautos ainda vão pro nordeste , lugar de exploração constante de turistas e serviços de pessima qualidade com a maioria do povo que agem nas praias é composta de marginais analfabetos e sem nenhuma educação.
só louco para ir para o ne…
Tem que publicar o nome e foto dos bandidos que cometeram este crime, ao invés do nome das vítimas. Inadmissível !!!’
O brasileiro é cordial, pacífico. Isso deve ser gente de fora.
Quando for faz votar na esquerda ou centrão que é a mesma coisa fazuele e paga seus impostos! Isso foi só a esquerda cobrando o fazuele!
O Arrastão de Ipanema chegou no Pernambuco.
Conheci Porto de Galinhas quando apena era uma fazenda de coqueiros.
Parece um ataque de chimpanzés…!
Visite Porto de Galinha em Pernambuco e torça para não morrer. Sò um louco para ir para Bahia, Pernambuco, Ceará e outras favelas neste momento, é facções atuando de forma generalizada por todo lado. Vá para o Sul, SP, Uruguai. Fujam dessa favela.
Que animais .Ainda bem que não acredito em nada no que a prefeita (?) está falando. Não há vigilância nestes locais.Por essas e outras que nunca me entusiasmei em conhecer tal ponto turístico.
Não adianta a governadora focar apenas nesse caso, apenas pelos outros relatos, já da pra perceber que são situações corriqueiras ou seja, tchau Porto de Galinhas! Perderam! Ótimo que divulguem isso a mais pessoas, pois no momento que o turismo cair, quem sabe tomam uma providência real?
Não sei porque, mesmo alertados, turistas ainda insistem em visitar estes antros de extorsão.
É inacreditável o depoimento da turista dizendo: “já fui 3 vezes e o serviço, etc etc é muito ruim. Não volto mais!
Porra, precisou ir mais 2 vezes pra tomar a decisão? O brasileiro é um povo burro é frouxo demais!
Estava pedindo pra levar pau…😆
Não precisa de polêmicas, pois o problema é de facílima solução:
“Deixem de ser trouxas e NÃO VISITEM PORTO DE GALINHAS ‼️
Não ponho meus pés nem da minha família neste lugar.
Prefiro as praias de Santa Catarina.