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Coletor de lixo é preso por estupro de vulnerável em escola de São Paulo

O criminoso foi detido na noite desta quarta-feira, 22

Câmeras de segurança registraram o momento em que o coletor de lixo tentou beijar alunos no pátio da escola
Câmeras de segurança registraram o momento em que o coletor de lixo tentou beijar alunos no pátio da escola | Foto: Reprodução/TV Globo

Um coletor de lixo de 51 anos foi preso em flagrante, na noite desta quarta-feira, 22, em São Paulo, por estupro de vulnerável. O crime ocorreu na Escola Municipal Oliveira Viana, localizada no Jardim Planalto, zona sul da capital paulista. O criminoso não teve seu nome divulgado.

Câmeras de segurança registraram o momento em que o coletor de lixo tentou beijar alunos no pátio da escola. Posteriormente, sentou no colo de um adolescente e tentou beijá-lo, mas o jovem conseguiu se esquivar.

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Outro estudante também rejeitou suas investidas e mostrou-se irritado. Um inspetor de alunos interveio, e o coletor deixou o local.

A direção da escola acionou a Guarda Civil Metropolitana (GCM), que, em colaboração com a Polícia Civil, conseguiu identificar e prender o homem em sua residência, próxima ao colégio. 

As vítimas do coletor de lixo são adolescentes de 13 e 14 anos

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que as vítimas são adolescentes de 13 e 14 anos. O caso foi registrado no 47º Distrito Policial (Capão Redondo) como estupro de vulnerável.

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo expressou repúdio ao ocorrido e colabora com as investigações. O Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem (Naapa), que inclui psicólogos e psicopedagogos, foi mobilizado para dar suporte aos estudantes afetados e suas famílias.

Medidas da empresa responsável e sigilo judicial

A SP Regula, que supervisiona a coleta de resíduos na cidade, informou que monitora o caso para assegurar que a empresa concessionária, Ecourbis Ambiental, tome as medidas apropriadas em relação ao funcionário. 

A empresa também condenou o comportamento do coletor. A companhia afirmou que qualquer violação de seu código de ética pode resultar em sanções, como demissão.

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) comunicou que o caso está sob sigilo judicial e não forneceu informações sobre a realização de uma audiência de custódia.

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