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Aras diz que não abrirá inquérito sobre Bolsonaro por cloroquina

PDT havia acionado o Supremo Tribunal Federal contra o presidente, que recomendou o medicamento no tratamento precoce da covid-19

PGR entra no STF para reverter poderes do TSE
Brasilia DF 01 10 2019 O procurador-geral da República, Augusto Aras. José Cruz/Agência Brasil

O procurador-geral da República, Augusto Aras, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não acolheu o pedido de investigação sobre o presidente Jair Bolsonaro, por ter recomendado o uso de cloroquina no tratamento preventivo contra a covid-19. A petição havia sido apresentada pelo PDT ao STF.

Leia mais: “Aras abre investigação preliminar sobre conduta de Pazuello”

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“Caso surjam indícios mais robustos da possível prática de ilícitos pelo requerido, serão adotadas as medidas cabíveis. Em face do exposto, o Procuradoria-Geral da República [PGR] manifesta-se pela negativa de seguimento à petição”, anotou Aras.

Segundo o despacho da PGR, os fatos apresentados “já são de conhecimento” do órgão. Em função disso, Aras decidiu instaurar a chamada “notícia de fato”, a partir da qual os procuradores apuram informações preliminares para definir se há elementos que justifiquem uma investigação.

Em fevereiro, o pedido de investigação havia sido encaminhado pela ministra Rosa Weber, do STF, com base na petição apresentada pelo PDT à Corte.

Leia também: “PGR vai recorrer da decisão de Fachin sobre Lula”

2 comentários
  1. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    É vergonhoso a ministra do STF Rosa Weber acatar essa demanda do PDT e tomar tempo da PGR, para entender que recomendação do presidente para um determinado medicamento não implica em RECEITAR, que cabe ao médico prescrever.
    Também, uma ministra que entrega o livrinho (Constituição) e recomenda ao presidente Bolsonaro que o siga, não se pode esperar outro procedimento.

  2. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    A mediocridade criminosa tenta criminalizar o Presidente por defender o óbvio, de que é o médico a pessoa competente, de fato e de direito, para diagnosticar e medicar qualquer cidadão brasileiro, e não os políticos, advogados de qualquer nível nem tampouco os jornalistas.

    Querem agora, os políticos ignorantes e os prepotentes advogados mal formados e mal preparados para a função, determinar quais os procedimentos médicos devem ser praticados no País e quais serão execrados!

    Vivemos, dada a doutrinação ideológica marxista praticada nos cursos de humanas, que abrange de Direito, Comunicações e Ciências Sociais, uma total, absoluta e criminosa inversão de valores.

    Temos que impedir a continuidade dessa idiotização e irresponsabilidade por parte do MEC!

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