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Anvisa libera testes de vacina chinesa contra a covid-19

Vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus e estudo é conduzido pelo Instituto Butantan, em São Paulo

Anvisa
Sede da Agência Brasileira de Vigilância Sanitária | Foto: Agência Brasil

Vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus e estudo é conduzido pelo Instituto Butantan, em São Paulo

Anvisa
Sede da Agência Brasileira de Vigilância Sanitária | Foto: Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou nesta sexta-feira, 3, a realização de testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac.

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O pedido de liberação foi realizado pelo Instituto Butantan, ligado ao governo do Estado de São Paulo, e os testes devem ser desenvolvidos em diferentes locais do Brasil.

A vacina, que está sendo chamada de “CoronaVac” está na terceira  fase de testes quando já pode ser administrada a um número maior de pessoas.

LEIA MAIS: No Reino Unido, vitamina D é recomendada para reduzir contaminação pelo coronavírus

Ela é um dos imunizantes mais avançados e, nesta etapa, será estudada com o objetivo de avaliar sua segurança e eficácia na imunização contra a doença.

Estudo Clínico

O estudo clínico envolverá 9 mil voluntários distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal.

Parte delas receberá a vacina e outro grupo deve receber um placebo, sem efeito. O objetivo é verificar se há o estímulo à produção de anticorpos para proteção contra o vírus.

A Anvisa afirma que os estudos da primeira e segunda fases, realizados em humanos saudáveis e em animais, mostraram segurança e capacidade de provocar resposta imune “favoráveis”.

O custo da testagem é estimado em R$ 85 milhões e prevê a transferência de tecnologia para que a vacina chinesa possa ser produzida no Brasil.

Esta é a segunda vacina a receber autorização para testes no país. Em junho, a Anvisa liberou a realização de ensaios clínicos de uma vacina produzida na Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Com informações do Estadão Conteúdo.

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4 comentários
  1. Ana Maria De Sena Barcellares
    Ana Maria De Sena Barcellares

    Que os primeiros à usar sejam o governador e prefeito de SP.

  2. nery
    nery

    Mais nem por decreto lei eu aceito tomar essa vacina pq podem ter certeza ela ja vem batizada com mais uns 90 virus o brasil tem que acabar com qualquer tipo de parceria com esses comunista Ah nada contra o povo chines que virem assim pq com a populaçao que tem la eles se revoltacem acabariam com esse genocidio que o PCC faz com eles

  3. Altair José Alves De Souza
    Altair José Alves De Souza

    Sei, não! Acho que vou aguardar a de Oxford.

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