A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, de forma emergencial, a produção de reagentes para testes rápidos que vão identificar a varíola dos macacos. A liberação ocorreu na segunda-feira 29.
A aprovação se deu depois de um pedido da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde. A produção ficará a cargo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Serão produzidas 24 mil unidades de testes para a doença.
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Segundo a Anvisa, a decisão foi adotada por causa do risco associado à demora de diagnósticos e “o fato de não existirem testes comerciais ou kits para identificar a doença registrados na Anvisa”. Os protocolos utilizados no país para diagnosticar a doença se baseiam em metodologias próprias elaboradas pelos laboratórios clínicos.
Com a medida emergencial, o Ministério da Saúde busca “propiciar o diagnóstico mais oportuno, com a redução do tempo de liberação do resultado ao paciente”, informou a Anvisa. Com isso, é esperado a redução da quantidade de exames represados aguardando análise.
Contágio por varíola dos macacos começa a cair
Dados do mais recente boletim epidemiológico da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o número de novos casos semanais de varíola dos macacos diminuiu 21% entre 15 a 21 de agosto, em comparação com a semana anterior. Até agora, segundo a organização, foram registrados mais de 40 mil casos de varíola de macacos, com 12 mortes, em 96 países.






































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